Justiça nega recurso e ex-tesoureiro do PT permanecerá preso

do Josias de Souza

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, indeferiu recurso contra a condenação de Delúbio Soares. Com isso, o ex-tesoureiro do PT continuará preso na ala reservada aos encrecados do petrolão no Complexo Médico Penal no Paraná. (mais…)

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De super poderoso a foragido da justiça: Eike Batista é o novo alvo da Lava Jato

Da Folha de São Paulo

A Polícia Federal tenta cumprir desde o início da manhã desta quinta-feira (26) um mandado de prisão preventiva (sem data para terminar) contra o empresário Eike Batista. A ação faz parte da Operação Eficiência, segunda fase da Calicute, braço da Lava Jato do Rio. (mais…)

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Procuradoria denuncia Paulo Bernardo por organização criminosa e corrupção

do Estadão

O Ministério Público Federal, em São Paulo, denunciou o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo (Governo Lula) e mais 19 investigados. O grupo é acusado de montar uma organização criminosa no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão entre 2009 e 2015, responsável por lavagem de dinheiro e pagamento de propinas para o PT e diversos agentes públicos e privados, que superam os R$ 100 milhões. (mais…)

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O falante José Dirceu, agora vestindo um modelinho MUDO, será indiciado pela PF

Mais silencioso do que passarinho na muda ontem durante o depoimento à CPI do Petrolão, o ex-ministro de Lula, José Dirceu será indiciado pela Polícia Federal por lavagem de dinheiro e corrupção, na Operação Lava Jato. Ele é um dos condenados no esquema de Mensalão e cumpria prisão domiciliar. A PF indicou que ele recebeu propinas por meio de falsas consultorias prestadas a empresas com contratos com a Petrobras.

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A prisão de Vaccari Neto e o Sindicato dos Bancários e dos Metalúrgicos

Da Revista IstoÉ

Prisão do tesoureiro do PT João Vaccari Neto pode estender investigação ao Sindicato dos Bancários de São Paulo e ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Com a prisão de João Vaccari Neto, a investigação da força-tarefa da Lava Jato chega ao coração do PT. Não só pela prisão do tesoureiro, mas pela descoberta de que Vaccari usava a Editora Gráfica Atitude para receber propinas desviadas de contratos da Petrobras. A citada gráfica funciona como órgão de comunicação da CUT, assim como o site “Rede Brasil Atual”; e, segundo registro na Junta Comercial de São Paulo, tem como sócios o Sindicato dos Bancários de São Paulo e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, duas entidades que estão na base de sustentação do próprio PT.

De acordo com as investigações, a Editora Gráfica Atitude recebeu ao menos R$ 1,5 milhão do esquema. O valor, porém, pode ser maior. Em novo depoimento à PF, o executivo Augusto Mendonça, da Setal Óleo e Gás (SOG), também envolvida no petrolão, disse que Vaccari lhe pediu R$ 2,5 milhões para cobrir propagandas na Revista do Brasil. A PF identificou até agora 14 depósitos feitos na conta da Gráfica Atitude pelas empresas Tipuana e Projetec, usadas como fachada pela quadrilha do petrolão.

ISTOÉ identificou também que a Editora Gráfica Atitude obteve recursos de contratos de agências de publicidade com a própria Petrobras, além de Banco do Brasil e Correios. Não foi possível obter os valores, o que deve acontecer em breve com a decisão de Moro de autorizar a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico da gráfica. A medida também poderá ser estendida aos sindicatos dos Bancários de São Paulo e dos Metalúrgicos do ABC.

Comandada por dirigentes das duas entidades sindicais, a Editora Gráfica Atitude tinha como objeto social em sua origem a “fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório, exceto formulário contínuo”. A partir de 2008, passou a editar “livros, jornais e revistas”. Em 2010, o TSE puniu a gráfica por propaganda ilegal de apoio à então candidata Dilma Rousseff. A Revista do Brasil tem linha pró-PT e defende regularmente o controle da mídia e o fim do monopólio, conhecidas bandeiras petistas.

Por Claudio Dantas Sequeira

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Mensalão teria origem em Londrina

Da Gazeta do Povo
Segundo um ex-funcionário de Janene ouvido pela reportagem, que pediu para não ser identificado, o modo do ex-deputado operar no Congresso já era praticado em Londrina. Em 1997, no 3.º mandato de Belinati na prefeitura, Janene teria sido responsável por fazer um acordo com os vereadores para que o prefeito tivesse domínio da maioria da Casa. A “mesada”, segundo o ex-funcionário, era o equivalente a um salário de vereador. À época do mensalão, o caso chegou a ser publicado na imprensa . Belinati foi procurado para comentar o caso, mas não quis falar com a reportagem. (Leia mais)

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