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Cláudio Osti

Índice que mede inflação oficial tem deflação em agosto

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Da Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país, registrou deflação (queda de preços) de 0,02% em agosto deste ano. Essa foi a primeira vez que o indicador teve deflação desde junho de 2023 (-0,08%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Índice que mede inflação oficial tem deflação em agostoÍndice que mede inflação oficial tem deflação em agosto

O IPCA havia registrado taxas de inflação de 0,38% em julho deste ano e de 0,23% em agosto do ano passado. Com o resultado, o IPCA acumula taxa de 2,85% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 4,24%, abaixo do teto da meta estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%.

A queda de preços em agosto foi puxada principalmente pelos alimentos, que tiveram deflação de 0,44%, e pelo grupo de despesas habitação, que recuou 0,51%.

O grupo alimentação e bebidas já tinha apresentado queda de preços de 1% em julho. Em agosto, a deflação foi puxada pela alimentação no domicílio, graças ao recuo de preços de itens como batata inglesa (-19,04%), tomate (-16,89%) e cebola (-16,85%).

A deflação em habitação foi influenciada pela queda do preço na energia elétrica (-2,77%).

Os transportes não tiveram variação de preços no mês. Por outro lado, seis grupos de despesas apresentaram inflação: artigos de residência (0,74%), vestuário (0,39%), saúde e cuidados pessoais (0,25%), despesas pessoais (0,25%), educação (0,73%) e comunicação (0,10%).

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6 comentários

  • povo agora deu pra bitolar na Argentina, como se lá fosse um país de primeiro mundo. Puro engano, eles estão trilhando o caminho que o Brasil passou em 1.994 com o plano real. Vão ter uma longa caminhada pra chegar onde estamos. As chances são enorme de no meio do caminho jogar tudo fora, por simplesmente achar e não comprovar que a “maldita” inflação esta sobre controle. Tem gente aqui no Brasil que acha isso, por dados pontuais de melhoras em nível de emprego, ou apenas um mês de inflação baixa como esse último. Não olham pro macro, pro cenário de longo prazo, só enxergam a política e de forma parcial, cada um puxando a sardinha pro seu lado. Recomendo que estudem um pouco sobre o assunto, não apenas economia mais história também, muitos não viveram o tempo da inflação galopante do final dos anos 80 e início dos anos 90.

  • Pelo amor de Deus…….é cada coisa que leio……..!
    Se o governo paga juros é pela emissão de títulos emitidos para cobrir o ROMBO do défict primario que só em julho foi de mais de 21 bilhões. O governo federal emite títulos, Tesouro Direto por exemplo, pega o dinheiro para cumprir suas obrigações, pois gastou mais do que arrecadou e lá na frente aumenta impostos para o povo pagar os juros a quem comprou os títulos emitidos por ele, simples assim, sem “floreamento”, nada haver com taxa de juros SELIC. Se alguém tiver dificuldade em entender, posso desenhar.
    Sobre os chamados rentistas: ajoelhe-se e de graças a Deus por existirem pois sem eles vc não teria sequer energia elétrica, internet ou computador para postar as merdas que escreve.

    • Putz! Tem que ter a mente muito lesada para não entender que o gasto dos serviços financeiros da dívida pública está diretamente ligada à Selic, que é estabelecida pelo Copom do BC. É o que dá ficar lendo o zap das véinhas bolsonaristas. Quá! Quá! Quá!

      • Calma filhão, calma…..vc é do tipo que tá achando que a causa da onda de fumaça sobre o Brasil são os pobres que o PT tirou da miséria e estão assando picanha demais……. pelo jeito a única coisa que entende de economia é o que seu supervisor manda vc postar. Quá! Quá! Quá!

        • Putz! Pensei que o especialista em taxa Selic iria fazer oposição ao meu comentário, acrescentando algum argumento relevante. Aí me aparece com esse comentário que não tem NADA A VER com (é assim que se escreve, fujão da escola) minha afirmação. Quá! Quá! Quá!

  • Carlos Marques

    Mas o presidente bolsonarista do Banco Central vai dizer que é preciso aumentar a taxa Selic e aumentar, sem a menor justificativa, os lucros dos rentistas com os juros pagos pelo governo, isto é, pelo povo brasileiro. Melhor sorte tem o bolsonarista Milei na Argentina: lá o Banco Central estabelece juros negativos pagos pelo governo. Na Argentina, o governo paga juros menores que a própria inflação que assola o país. E ainda assim a maioria do povo argentino está com sua economia indo direto para o buraco. É bom o brasileiro aprender uma coisa. Bolsonaro, ou algum preposto seu, e Milei é a mesma face da moeda, é farinha vagabunda do mesmo saco.

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