O bolsonarista e trumpista governador de São Paulo já voltou atrás na sua, diz ele, brincadeira para descontrair os ouvintes. Chegou a pedir perdão pela piada de mau gosto, o que é absolutamente normal – a piada, não o pedido de perdão – na boca dos seguidores do ex-presidente genocida. O Tarcísio Maga deve ter levado um belo esculacho de seus marqueteiros.
Na boa gente, na boa, Trump tem questões do tipo Israel/Palestina para tratar, Ucrânia/Russia, tratar de evitar ou começar uma IIIWWW, resolver questões sobre Maduro/Venezuela/Tráfico, resolver a questão interna do shutdown e a burra esquerda brasileira quer me fazer acreditar que ele ligou pro descondenado porque os americanos estão com saudades do cafézinho brasileiro?
Me poupem vai, se dar trela vão dizer que o Trump até ficou curioso e quer experimentar a jabuticaba que o descondenado ofereceu.
Trump sente falta do café… ou está de olho na Amazônia?
Na conversa com Lula, Donald Trump disse que os americanos estão sentindo falta do café brasileiro, depois de seu próprio governo aplicar tarifas pesadas sobre exportações do Brasil, inclusive do café. Essas tarifas, vale lembrar, foram impostas durante o atual governo Lula, e não sob Bolsonaro.
Curioso, porém, é que parte da mídia e muitos analistas bolsonaristas tentaram pintar essa hostilidade comercial dos EUA como um reflexo da suposta defesa de Bolsonaro por Trump. Mas a realidade é outra. O discurso de apoio ao ex-presidente brasileiro serviu apenas como cortina de fumaça para mascarar os verdadeiros interesses dos EUA, econômicos e estratégicos.
Os americanos nunca estiveram preocupados com Bolsonaro. O que sempre interessou foram os recursos brasileiros, em especial, a Amazônia. A imposição de tarifas foi um movimento claro de pressão econômica para forçar concessões comerciais.
Agora, ao reabrir o diálogo com Lula e sentir falta do cafezinho, Trump demonstra que o jogo americano continua o mesmo, disfarçar interesse econômico com discursos simpáticos. E muitos aqui ainda caem.
A aproximação entre Lula e Trump deixou muitos bolsonaristas desconcertados. Acostumados a pintar Lula como inimigo dos EUA, agora veem seu ídolo sendo cortejado por quem consideravam aliado. No fim, política internacional não tem herói, só interesses.
6 comentários
Tóin
https://www.uol.com.br/flash/?c=3f3389a2b7fdedf3867e64d1da311120251007
Bem treinado
Zezinho da Silva
O bolsonarista e trumpista governador de São Paulo já voltou atrás na sua, diz ele, brincadeira para descontrair os ouvintes. Chegou a pedir perdão pela piada de mau gosto, o que é absolutamente normal – a piada, não o pedido de perdão – na boca dos seguidores do ex-presidente genocida. O Tarcísio Maga deve ter levado um belo esculacho de seus marqueteiros.
Genildo
Na boa gente, na boa, Trump tem questões do tipo Israel/Palestina para tratar, Ucrânia/Russia, tratar de evitar ou começar uma IIIWWW, resolver questões sobre Maduro/Venezuela/Tráfico, resolver a questão interna do shutdown e a burra esquerda brasileira quer me fazer acreditar que ele ligou pro descondenado porque os americanos estão com saudades do cafézinho brasileiro?
Me poupem vai, se dar trela vão dizer que o Trump até ficou curioso e quer experimentar a jabuticaba que o descondenado ofereceu.
Rosa F. Cavalcanti
Trump sente falta do café… ou está de olho na Amazônia?
Na conversa com Lula, Donald Trump disse que os americanos estão sentindo falta do café brasileiro, depois de seu próprio governo aplicar tarifas pesadas sobre exportações do Brasil, inclusive do café. Essas tarifas, vale lembrar, foram impostas durante o atual governo Lula, e não sob Bolsonaro.
Curioso, porém, é que parte da mídia e muitos analistas bolsonaristas tentaram pintar essa hostilidade comercial dos EUA como um reflexo da suposta defesa de Bolsonaro por Trump. Mas a realidade é outra. O discurso de apoio ao ex-presidente brasileiro serviu apenas como cortina de fumaça para mascarar os verdadeiros interesses dos EUA, econômicos e estratégicos.
Os americanos nunca estiveram preocupados com Bolsonaro. O que sempre interessou foram os recursos brasileiros, em especial, a Amazônia. A imposição de tarifas foi um movimento claro de pressão econômica para forçar concessões comerciais.
Agora, ao reabrir o diálogo com Lula e sentir falta do cafezinho, Trump demonstra que o jogo americano continua o mesmo, disfarçar interesse econômico com discursos simpáticos. E muitos aqui ainda caem.
E agora Zé ?
A aproximação entre Lula e Trump deixou muitos bolsonaristas desconcertados. Acostumados a pintar Lula como inimigo dos EUA, agora veem seu ídolo sendo cortejado por quem consideravam aliado. No fim, política internacional não tem herói, só interesses.
Genildo
É muito mi-mi-mi, se ao menos tivesse mandado o povo comer abóbora depois de prometer picanha.