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Cláudio Osti

Prefeitura de Londrina está devendo a revolução

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Na última campanha eleitoral o então candidato a prefeito de Londrina, Tiago Amaral, propunha uma revolução na administração municipal, acelerando processos, otimizando a estrutura pública, etc.

Passados um ano e um mês, não houve muita novidade neste aspecto. A prefeitura continua com o mesmo número de secretarias com as mesmas funções.

Obviamente muitas ideias no papel são ótimas, mas nem sempre a prática confirma. Este primeiro ano de administração talvez tenha sido uma experiência importante para o prefeito. É bem possível que ele tenha entendido o que funciona e o que não funciona.

O problema é que o tempo passa muito rápido. O mandato dele termina em dois anos e 11 meses.

Na última semana Amaral anunciou a mudança de titular na Secretaria de Assistência Social de Londrina. Saiu da titularidade a empresária Marisol Chiesa – que passa a comandar exclusivamente a Secretaria da Mulher – assumiu o posto Cláudio Márcio de Melo.

O prefeito Tiago Amaral chegou a conclusão, tardia, de que, apesar de até bem intencionados, alguns secretários não tem exatamente o conhecimento e a agilidade necessárias para a administração pública.

É sempre bom ressaltar que a cidade e a prefeitura não podem parar aguardando que secretários aprendam o ofício. É a famosa carreta em velocidade cujos pneus são trocados com ela em movimento.

Pela infinidade de reclamações que chegam ao portal, e deve ser, obviamente, do conhecimento do prefeito,  algumas pastas estão deixando a desejar. Entre elas a da Educação, Planejamento, CMTU, Obras, ACESF, CTD e Codel estão, digamos, na boca do povo. 

Se a ideia é realmente iniciar a revolução, é bom ficar atento, pois o tempo não para.

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