Novas tecnologias permitem combater a corrupção, diz presidente do TC

O Presidente do Tribunal de Contas do Paraná, conselheiro Durval Amaral, abriu hoje de manhã o VI Fórum de Controle Social que está acontecendo no auditório da universidade Unopar, campus Pisa, e que tem o apoio da Associação dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar).
Estão participando conselhos municipais, ouvidores, observatórios e pessoas das comunidades.

Cerca de 200 pessoas de mais de 12 municípios se inscreveram.

Segundo Amaral, em entrevista a jornalista Célia Baroni, as redes sociais e as novas tecnologias estão fazendo com que as pessoas tenham mais condições e oportunidade de fiscalizar o dinheiro público, ajudando a combater a corrupção.

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Revelações da Operação Quadro Negro complicam a vida de Richa

Do Cícero Cattani

Segundo reportagem publicada no site deCartaCapital, o esquema, afirmam testemunhas, abasteceu a campanha do governador e de seus aliados nas últimas eleições. Agora, os investigadores querem saber como o dinheiro foi movimentado…Depois da partilha, o restante da quantia era enviado ilegalmente para fora do Brasil por meio de um doleiro, ainda não identificado. Sabe-se apenas que o homem de prenome Rui frequentemente levava dólares e euros à sede da construtora. O doleiro levaria as notas amarradas na perna e saía sempre portando uma mala.” (mais…)

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Citado na Operação Publicano e em outros rolos, Durval Amaral é o novo presidente do Tribunal de Contas

Do G1

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), Durval Amaral, tomou posse como presidente da entidade nesta quinta-feira (12). Eleito pelos pares em 2016, ele substituiu o conselheiro Ivan Bonilha, na presidência da corte de contas.

Durval Amaral está no Tribunal de Contas desde 2012, quando foi indicado pelo governador Beto Richa (PSDB). Nesses três anos, ele já foi citado em pelo menos duas delações premiadas de operações policiais. Uma é a Operação Publicano, que investiga fraudes na Receita Estadual do Paraná e a outra é a Operação Quadro Negro, que apura desvios de dinheiro na construção de escolas estaduais.

Na Operação Publicano, o ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Souza contou no depoimento que Durval Amaral procurou o grupo da Receita em Londrina, no norte do estado, e pediu R$200 mil para a campanha do filho, Tiago Amaral, que disputava uma vaga na Assembleia Legislativa do Paraná. Ainda segundo o auditor, Durval Amaral sabia que era dinheiro de propina. (leia mais)

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