Conselho da Fiep mantém resultado da eleição: Carlos Walter assume na segunda-feira

Assessoria FIEP

O Conselho de Representantes da Fiep, reunido ontem em Assembleia Geral Extraordinária, em Curitiba, rejeitou um recurso protocolado pela chapa perdedora na eleição da entidade. Com isso, o resultado do pleito foi mantido, confirmando a vitória da chapa “Foco na Indústria, Fiep para os Sindicatos”, liderada por Carlos Valter Martins Pedro. (mais…)

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E na corrida para o Palácio Iguaçu, o filho predileto ficou feio

Darci Piana, Ratinho Jr, Noberto Ortigara e Edson Campagnolo -foto blog Fabio Campana

Depois do “estouro” provocado ontem pela revista Veja, em sua coluna Radar, que disse que o presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Edson Campagnolo, estaria envolvido em maus feitos na Fiep, ele deixou de ser filho bonito. (mais…)

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Disputa pela presidência da Fiep: Campagnolo quebra acordo e é contestado por Valter Orsi

Telma Elorza/Jornal de Londrina

Edson Campagnolo e Valter Orsi, durante a EletrometalCon
Edson Campagnolo e Valter Orsi, durante a EletrometalCon

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Londrina (Sindimetal) e da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Valter Orsi, tornou público um racha interno na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). Orsi, como presidente do Sindimetal, encaminhou uma carta aos empresários filiados à Fiep, criticando a possibilidade de o atual presidente da entidade, Edson Campagnolo, de concorrer à reeleição após ter assumido compromisso, há quatro anos, de não fazê-lo. Orsi já colocou seu nome como um possível candidato à presidência da Fiep.

De acordo com o presidente do Sindimetal, na eleição de 2011 havia uma grande disputa com vários candidatos à sucessão do então presidente Rodrigo Rocha Loures. “Foram assumidos vários compromissos pelo então candidato, entre eles a reforma do Estatuto e o compromisso da não reeleição. Agora, quando deve começar o processo eleitoral, ele deixa de cumprir esse item?”, questiona. Segundo Orsi, sua iniciativa está de acordo com a defesa dos valores éticos e morais. “A Fiep, como uma entidade da sociedade civil organizada, cobra dos políticos o cumprimento de promessas e acordos. Mas que representatividade – política até – teremos se nossos líderes não cumprirem com seus compromissos?” (leia mais)

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Campagnolo, presidente da Fiep, e a sedução do poder

fotos Gazeta do Povo

Já dizia o profeta – ou se não foi o profeta, foi um filósofo, ou se não foi um filósofo foi um pensador – que o poder muda as pessoas.

Na última eleição para a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em 2011, três candidaturas foram postas: Edson Campagnolo, Carlos Walter e Ricardo Barros (é aquele Ricardo Barros sim). O primeiro apoiado pelo então presidente Rodrigo Rocha Loures, o segundo era candidato de um grande número de industriais e o terceiro, Ricardo Barros, apoiado por ele mesmo e um ou outro político (veja aqui).

Para não deixar que Barros ganhasse força e transformasse a Fiep numa ferramenta política, os dois outros grupos se uniram e decidiram lançar apenas Campagnolo que acabou vencendo Barros de lavada – 69 a 21 votos – para alívio dos que defendem a Fiep apartidária.

Naquela época, para consolidar a união entre as duas chapas e lançar Campagnolo, foi acordado com ele que não haveria reeleição. Na Gazeta do Povo, do dia 27 de julho de 2011 Campagnolo disse o seguinte sobre a reeleição: 

Essa foi a minha primeira bandeira. Campagnolo quer o fim da reeleição na Federação. E, vai mais longe. Para ele, a reeleição deveria ser descartada da política brasileira. Esse exemplo eu quero transmitir para o ambiente político. A reeleição é desfavorável ao Brasil, disse ele. (leia mais aqui)

Nos quatro anos de mandato Campagnolo parece ter mudado de opinião. A tese da reeleição, que precisava ser alterada no estatuto da entidade, foi engavetada. Depois aproximou-se da senadora Gleisi Hoffmann e chegou a ser cogitado para ser candidato a vice-governador na chapa petista. E agora movimenta-se intensamente para ser reeleito presidente da Fiep.

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