UEL, Governo e Sociedade: momento para reflexão e crescimento

por Valter Orsi

Tenho visto, nos últimos meses, um embate sem tréguas entre professores e administradores da Universidade Estadual de Londrina e o governo do Paraná por vários motivos diferentes. A queda de braço parece não ter fim. De greves justas a greves políticas, que complicaram o calendário escolar de milhares de alunos, trazendo prejuízos para os estudantes que estavam se formando, para os que estavam no meio do curso ou ainda os que iam ingressar na Universidade.

Percebe-se que o bom senso, de ambas as partes, muitas vezes é colocado de lado. (mais…)

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Vem briga por aí: Juiz manda universidades publicar salários no Meta 4

E a queda de braço entre as universidades estaduais do Paraná e o governo do Estado está longe de ter fim. Agora o juiz substituto da 3ª Vara da Fazenda Pública, Jailton Juan Carlos Tontini, concedeu liminar em que determina que universidades estaduais forneçam, no prazo de 15 dias, dados das folhas de pagamento das instituições para que sejam inseridos no sistema de gestão de pessoal do Governo do Estado (RH-Paraná – Meta4). (mais…)

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Respeitar o período letivo para quê? A UEL poderia criar um calendário de estudos entre greves

A Universidade Estadual de Londrina, a continuar neste ritmo, caminha a passos largos para a irrelevância.  Agora foi decidido suspender o calendário escolar inclusive da pós gradução em que os alunos pagam para frequentar.

Vai chegar o momento em que o aluno, ao analisar as vantagens e desvantagens de estudar na UEL, vai querer, mesmo pagando caro, estudar nas particulares- e olhe que cada vez há mais opções em Londrina. Há alunos, e não são poucos, que não querem nem saber de estudar na UEL pelo simples fato de que entrando não terá a menor ideia de quando sairá.

São tantas as paralisações, manifestações, greves, etc, que até quem é jornalista tem que pesquisar qual é a parada do momento. Aliás, greve na UEL é tão comum que não é mais notícia.

Está certo suspender o calendário escolar. Aliás, a reitora Berenice Brandão poderia até inovar. Quem sabe criar um período de aula entre as greves. Seria mais honesto com os estudantes que desejam realmente estudar e com os professores que realmente querem ensinar.

 

 

 

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