Servidores da UEL aprovaram paralisação para segunda-feira

Os servidores da UEL aprovaram em assembléia, nesta manhã, por unanimidade, a paralisação dos serviços no campus da universidade e no Hospital Universitário (HU) para a próxima segunda-feira, dia 29.  A paralisação vai ocorrer em protesto contra o Governo do Estado que já afirmou que não vai pagar a data-base da categoria que está com seus salários congelados  há três anos. (mais…)

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Sem aulas na UEL, mais uma vez. Reitoria culpa o Governo do Paraná

E lá vem mais uma notícia triste da Universidade Estadual de Londrina. A reitoria da Universidade decidiu adiar o início do ano letivo, que já está todo bagunçado por conta das greves. (mais…)

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Respeitar o período letivo para quê? A UEL poderia criar um calendário de estudos entre greves

A Universidade Estadual de Londrina, a continuar neste ritmo, caminha a passos largos para a irrelevância.  Agora foi decidido suspender o calendário escolar inclusive da pós gradução em que os alunos pagam para frequentar.

Vai chegar o momento em que o aluno, ao analisar as vantagens e desvantagens de estudar na UEL, vai querer, mesmo pagando caro, estudar nas particulares- e olhe que cada vez há mais opções em Londrina. Há alunos, e não são poucos, que não querem nem saber de estudar na UEL pelo simples fato de que entrando não terá a menor ideia de quando sairá.

São tantas as paralisações, manifestações, greves, etc, que até quem é jornalista tem que pesquisar qual é a parada do momento. Aliás, greve na UEL é tão comum que não é mais notícia.

Está certo suspender o calendário escolar. Aliás, a reitora Berenice Brandão poderia até inovar. Quem sabe criar um período de aula entre as greves. Seria mais honesto com os estudantes que desejam realmente estudar e com os professores que realmente querem ensinar.

 

 

 

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Sindicatos comunicam Sanepar sobre rejeição da proposta e cobram avanços

Da Assessoria

Os 12 Sindicatos que representam os trabalhadores e trabalhadoras de diversas áreas profissionais da Sanepar protocolaram ontem (11/05), na sede da empresa, em Curitiba, ofício comunicando a decisão tomada por ampla maioria nas Assembleias de rejeitar a proposta de acordo apresentada pela diretoria.

No documento, as entidades solicitam que a Sanepar apresente, até sexta-feira (15/05), uma proposta que atenda os anseios, caso contrário, a partir de segunda-feira ocorrerão paralisações nos serviços para demonstrar insatisfação com a presente situação e pressionar o atendimento das reivindicações da Campanha Salarial 2015.

Na base territorial do Sindael, a proposta da empresa foi rejeitada por 96,46% dos trabalhadores e trabalhadoras presentes na Assembleia realizada pela entidade nas cidades polo da Região. Do total de 254 participantes, apenas 3,54% votaram favoravelmente à aceitação dos termos oferecidos pela Sanepar.

Moção de Repúdio

Aprovada na Assembleia do Sindael em Londrina, também foi protocolado junto à empresa uma Moção de Repúdio à contratação de assessores e consultores estratégicos pela diretoria da Sanepar, que sequer passaram por concurso público e ganham salários bem acima dos trabalhadores de carreira.

“Essa atitude causa revolta, indignação e vergonha. Afinal, são salários pagos pela população, que, todos os meses, honra suas contas de água e esgoto”, diz a Moção.

Segundo o presidente do Sindael, Alexandre Schmerega Filho, este documento expressa o sentimento de revolta manifestado pelos trabalhadores e trabalhadoras da Sanepar com a forma como a empresa sem sido usada pelo governador Beto Richa (PSDB).

“Não podemos aceitar a resposta de que não há dinheiro para atender nossas reivindicações quando vemos denúncias na imprensa da contratação de dezenas de consultores chamados de estratégicos, mas que nunca pisaram na empresa. Sem falar nos banquetes oferecidos a deputados que votaram favoravelmente ao governador por terem votado favoravelmente a projetos espúrios”, critica Alexandre.

Ele lembra que os mais de 40 comissionados contratados com altos salários geram um custo de cerca de meio milhão de reais por mês aos cofres da companhia.

Por essas e outras irregularidades e distorções existentes na política de RH da Sanepar o presidente do Sindael afirma que não é possível aceitar a proposta apresentada pela empresa. “Temos que dar um basta em tudo isso e também no arrocho salarial e cobrar da diretoria da Sanepar a valorização do seu corpo de pessoal, que é o responsável pelos excelentes resultados e o atendimento prestado no dia dia aos paranaenses”, ressalta.

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Professores da UEL decidem manter a greve e por tempo indeterminado

Reunidos hoje no auditório do Centro de Ciências Biológicas, o”Pinicão”, na Universidade Estadual de Londrina, professores decidiram manter a greve por tempo indeterminado. Amanhã fazem assembleia técnicos e demais servidores.

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Reunidos em Curitiba, servidores decidem manter a greve

Do Bem Paraná

Os professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná decidiram manter a greve da categoria, que completa 24 dias nesta quarta-feira (4). Reunidos no Estadio da Vila Capanema, eles iniciaram a votação por volta das 9h30 e foi concluída, por volta das 11 horas, quando foram finalizadas as discussões da pauta. Cerca de 20 mil servidores participaram da votação, de acordo com as informações da APP- Sindicato, que representa a categoria. “Nossa greve vai continuar por tempo indeterminado por causa do impasse como governo, que fechou as portas para a negociação”, afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná (APP-Sindicato), Hermes Leão. (leia mais)

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Aí galera, pode ter greve na UEL

Hoje às 14h30, no anfiteatro do Centro de Ciências Humanas, professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), participam de uma assembleia sobre indicativo de greve. A convocação é do Sindiprol/Aduel. Os docentes vão debater uma lei de reajuste de 7,14% sobre salários em outubro.

A última assembleia realizada no dia 17 de setembro aprovou indicativo de greve para o dia 30.  Na ocasião, os professores ressaltaram a necessidade de se manterem mobilizados e preparados para um possível calote de Beto Richa (PSDB), devido ao histórico de mau pagador do governador.

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