E a ACIL quer barulhar, movimentar Londrina nos próximos anos

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Indústria brasileira perde espaço na economia global

As participações do Brasil na produção e nas exportações de produtos manufaturados mostram que o país está perdendo importância na economia global. Em dez anos, a participação do Brasil caiu tanto na produção como nas exportações mundiais. A fatia das exportações brasileiras de produtos manufaturados no total mundial diminuiu 0,24 ponto percentual entre 2005 e 2015 e ficou em 0,58%. Enquanto isso, a participação da China aumentou 8,83 pontos percentuais e, a da Coreia do Sul, cresceu 0,55 ponto percentual informa o estudo Desempenho da Indústria no Mundo, feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base em estatísticas da Organização Mundial do Comércio (OMC). (mais…)

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Campagnolo, presidente da Fiep, e a sedução do poder

fotos Gazeta do Povo

Já dizia o profeta – ou se não foi o profeta, foi um filósofo, ou se não foi um filósofo foi um pensador – que o poder muda as pessoas.

Na última eleição para a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em 2011, três candidaturas foram postas: Edson Campagnolo, Carlos Walter e Ricardo Barros (é aquele Ricardo Barros sim). O primeiro apoiado pelo então presidente Rodrigo Rocha Loures, o segundo era candidato de um grande número de industriais e o terceiro, Ricardo Barros, apoiado por ele mesmo e um ou outro político (veja aqui).

Para não deixar que Barros ganhasse força e transformasse a Fiep numa ferramenta política, os dois outros grupos se uniram e decidiram lançar apenas Campagnolo que acabou vencendo Barros de lavada – 69 a 21 votos – para alívio dos que defendem a Fiep apartidária.

Naquela época, para consolidar a união entre as duas chapas e lançar Campagnolo, foi acordado com ele que não haveria reeleição. Na Gazeta do Povo, do dia 27 de julho de 2011 Campagnolo disse o seguinte sobre a reeleição: 

Essa foi a minha primeira bandeira. Campagnolo quer o fim da reeleição na Federação. E, vai mais longe. Para ele, a reeleição deveria ser descartada da política brasileira. Esse exemplo eu quero transmitir para o ambiente político. A reeleição é desfavorável ao Brasil, disse ele. (leia mais aqui)

Nos quatro anos de mandato Campagnolo parece ter mudado de opinião. A tese da reeleição, que precisava ser alterada no estatuto da entidade, foi engavetada. Depois aproximou-se da senadora Gleisi Hoffmann e chegou a ser cogitado para ser candidato a vice-governador na chapa petista. E agora movimenta-se intensamente para ser reeleito presidente da Fiep.

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