Ex-parça de José Janene e ex-tesoureiro do PP ganhou mais 8 meses de pena

Lembra do ex-parça irmão camarada do falecido deputado federal José Janene, o João Cláudio Genu? Pois bem O Tribunal Regional Federal da 4ª Região aumentou a pena dele, ex-tesoureiro do PP, de 8 anos e 8 meses para 9 anos e 4 meses, pelos crimes de corrupção passiva e associação criminosa.

“Nem o fato de Genu ser réu no Mensalão o inibiu da prática de condutas ilícitas à época”, argumentou o desembargador João Pedro Gebran Neto.

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Ex-mulher de Janene diz que exumação é um absurdo

A ex-mulher do ex-deputado José Janene, Stael Fernanda Janene, disse agora há pouco ao blog que em nenhum momento falou que desconfiava que o ex-marido estivesse vivo como comentou o deputado Hugo Mota (PMDB-PB), presidente da CPI da Petrobras, a jornalistas em Brasília. Motta relatou aos jornalistas que a viúva de Jenene teria dito aos parlamentares que não viu o corpo do marido após a morte dele, em 14 de setembro de 2010. De acordo com o presidente da comissão, a viúva teria contado que o caixão de Janene estava lacrado no velório realizado em Londrina.

“Me pronunciarei agora não como a ex-mulher de Janene, mas sim, como mãe dos filhos dele. Estou estarrecida ao ver toda a mídia nacional colocar palavras e situações em minha boca sem nunca eu pronunciá-las, então como mãe em defesa de meus filhos resolvi fazê-lo. Em momento algum procurei ou fui procurada por qualquer deputado dizendo o que colocaram em minha boca, principalmente no que tange a respeito de minha suposta desconfiança sobre a morte do pai de meus filhos. Jamais fiz isso, e nem poderia, pois fui eu mesma em companhia de meus filhos e das filhas dele, que recebi seu corpo na mesquita muçulmana aqui em Londrina. Ao contrário do que leio de que seu corpo estaria em caixão lacrado, não havia caixão algum, pois seu enterro se deu sob os costumes muçulmanos onde nem ao menos existe um caixão, quanto mais, lacrado. A imprensa Paranaense e grande parte da nacional acompanhou o enterro, e mais, toda comunidade muçulmana de Londrina é que preparou o corpo para ser enterrado fielmente como seus costumes. Não posso deixar de me pronunciar neste momento, por entender ser um erro e uma maldade desumana que farão aos meus filhos, suas filhas e a toda comunidade muçulmana, se vierem a Londrina para um exumação despropositada para fins políticos. Ninguém merece tal desumanidade, muito menos meus filhos sendo expostos de maneira vil. Tudo isto é desnecessário caso queiram realmente a comprovação de sua morte, pois ela se deu no Hospital Incor de São Paulo, devidamente registrada em cartório da mesma cidade, e também seu atestado assinado por um médico nacionalmente conhecido. Fácil, extremamente fácil de se comprovar, evitando-se assim um desconforto para toda a família, e dinheiro público gasto para fins midiáticos”,disse Stael Fernanda Janene.

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Mensalão teria origem em Londrina

Da Gazeta do Povo
Segundo um ex-funcionário de Janene ouvido pela reportagem, que pediu para não ser identificado, o modo do ex-deputado operar no Congresso já era praticado em Londrina. Em 1997, no 3.º mandato de Belinati na prefeitura, Janene teria sido responsável por fazer um acordo com os vereadores para que o prefeito tivesse domínio da maioria da Casa. A “mesada”, segundo o ex-funcionário, era o equivalente a um salário de vereador. À época do mensalão, o caso chegou a ser publicado na imprensa . Belinati foi procurado para comentar o caso, mas não quis falar com a reportagem. (Leia mais)

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