Famílias de Sem Terra foram abandonadas em Prado Ferreira

Cerca de 40 Famílias de trabalhadores sem-terra, que foram expulsas pelo MST da Fazenda Porta do Céu, em Centenário do Sul, no último dia 31, estão pedindo uma solução para a situação delas. (mais…)

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Famílias de trabalhadores sem terra, acampadas na Fazenda Tabapuã, em Centenário do Sul, foram expulsas da propriedade por líderes do MST

As famílias alegam que conseguiram um documento do Incra para cultivarem a terra, mas os líderes locais do MST não aceitam pois arrendam a área invadida para empresas e produtores rurais da região. “Eles querem continuar arrendando a terra. Eles mantem famílias humildes na área para dizer que há acampamento, mas exploram as famílias”, disse Silvia Regina Ferreira, que há um ano e meio está no local. (mais…)

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Basta de Invasões

Por Moacir Norberto Sgarioni e Valter Luiz Orsi 
(Artigo publicado na Folha de Londrina)
 
Toda e qualquer invasão de propriedade é inaceitável – principalmente quando se trata de terras produtivas. O Paraná sofre invasões lideradas pelo MST e também de grupos indígenas que pleiteiam terras com documentação centenária. Só os indígenas já  conseguiram 1,106 milhaõ de km2, equivalentes a 13% do território nacional, recebem até Bolsa Família e não conseguem produzir o suficiente para o próprio sustento. Por que não exigir produtividade dos assentados como o governo exige dos verdadeiros produtores rurais?
 
Uma das últimas propriedades rurais invadidas pelo MST no Paraná foi a fazenda Figueira, localizada a 60 km de Londrina, entre os distritos de Paiquerê e Guairacá. A fazenda possui uma rica história. Ao morrer, em 2000, o engenheiro agrônomo Alexandre Von Pritzelwitz, mais conhecido como Alexandre Barão, pecuarista e sócio da Sociedade Rural do Paraná, deixou em testamento a propriedade com 3,7 mil hectares para a Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq), sob duas condições: 1) que a fazenda mantivesse seu foco principal em atividades pecuárias; 2) que no local fosse criado um centro de pesquisas com o nome de sua mãe, Hildegard Georgina Von Pritzelwitz. 

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