A anorexia cultural hospitaliza o Promic – Aplaudido programa municipal de incentivo a “cultura” o curioso é que dessa vez o remédio amargo foi geral, de amplo aspecto e diferente do passado onde era pontual e seletivo dessa vez mexeu com as entranhas do setor.
É fato que uma lei de 2014 colocou em xeque o modelo comemorado e aplaudido um determinado grupo de produtores que há anos desfrutam majoritariamente dos recursos.
O esgotamento do Programa se deu só agora, mas há tempos ele demonstra estar doentio, pode ser uma oportunidade de ele ser redimensionado, reorganizado e renovado!!!
Por: Stanley Kennedy Garcia Estudante de direito e produtor cultural















5 comentários
Rogerio Matos
Em resumo: Bolsa artista
Ricardo
O Promic, no modelo atual, é uma bela de uma teta. Quem banca tudo é o Estado, sem qualquer contrapartida da comunidade, da sociedade, da iniciativa privada. Tem que mudar mesmo.
Lixeiro
STANLEI, ainda bem que esta gordo, depois da sua atuação poderiam banir tudo que fosse incentivo
Paulo de Tarso
a Solange, ex secretária era uma lastima. Muito fraca.
Fausto
Normalmente me oponho ferrenhamente ao produtor supra citado, neste caso, assino embaixo.