Do blog da Luciana Pombo
O Ministério Público (MP) eleitoral no Paraná protocolou uma representação contra o deputado estadual eleito Fernando Francischini (PSL) pedindo a cassação do diploma por captação e gasto ilícito de recursos durante a campanha.
Outras seis ações de impugnação de mandado eletivo contra coligações e partidos pela prática de lançamento de candidaturas fictícias foram ajuizadas. As candidaturas são consideradas fantasmas e eram de mulheres que apenas faziam número na chapa e não fizeram qualquer campanha, violando os 30% de percentual mínimo de vagas para o sexo feminino.
As ações foram protocoladas contra as coligações Endireita Paraná (PSL, PTC e PATRI) que concorria aos cargos de deputado estadual; Endireita Brasil (PSL, PTC e PATRI) para os cargos de deputado federal; Unidos Pelo Paraná (PRTB e PRP) para os cargos de deputados federais; e os partidos Podemos, nos cargos para deputados estaduais; Partido Verde, para vagas a deputados estaduais; e Partido dos Trabalhadores (PT) para cargos de deputados federais.
O MP Eleitoral solicita o reconhecimento da prática de fraude e do abuso de poder na composição da lista de candidatos às eleições; desconstituição de todos os mandatos obtidos pelas coligações e partidos e dos suplentes; além de considerar nulos todos os votos atribuídos às composições e legendas.
Irregularidades – Em julgamento das contas da campanha de Fernando Francischini, o Tribunal Regional Eleitoral constatou irregularidades e se posicionou pela desaprovação das contas do deputado eleito. Da análise das contas do candidato, verificou-se a existência de gastos de campanha não quitados, dentre os quais se inclui um jantar promovido no restaurante Irmãos Madalosso, no valor de valor de R$ 74,3 mil. Francischini foi o deputado mais votado nas eleições de outubro do ano passado, com 427 mil votos.















2 comentários
Caras e Bocas
Z é Beto
Bocas em perigo
O blog Central Sul News informa que Matteus Viniccius Ribeirto Petriv, o Boca Junior, eleito deputado estadual em outubro passado, poderá perder a vaga na Assembleia Legislativa porque “teve a prestação de contas reprovada pela Procuradoria Regional Eleitoral (leia a nota abaixo). Emerson Petriv, o pai dele, mais conhecido como Boca Aberta, foi eleito deputado federal na mesma eleição e também pode não assumir o cargo porque concorreu por força de uma liminar da Justiça Eleitoral, já que foi cassado no ano passado quando era vereador em Londrina. Diante de tudo isso… cala-te boca!
Cassação de Boca Aberta Jr pode mudar composição da Assembleia Legislativa
A cassação do mandato do deputado estadual eleito Matheus Viniccius Ribeiro Petriv, o Boca Aberta Jr., pode mudar a composição da nova legislatura da Assembleia Legislativa do Paraná, que começa em 1º de fevereiro próximo
Boca Aberta Jr, que recebeu 39.495 votos em outubro do ano passado, teve a prestação de contas reprovada pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE). Ele é filho do ex-vereador cassado de Londrina e deputado federal eleito Emerson Petriv, o Boca Aberta.
“Se ele for de fato cassado, isto altera o coeficiente eleitoral por cadeira para 104.759”, informou um advogado especialista em legislação eleitoral, ao ser consultado pelo blog.
Ainda segundo o causídico, a queda do Boquinha, como é conhecido, deixa sem mandato o deputado estadual e atual primeiro-secretário Plauto Miró e Mabel Canto. “Por consequência, assumem Alisson Wandscheer, Adelino Ribeiro e Nereu Moura”, completou.
Dick
É deputado do partido do Bolsonaro? Então fique tranquilo, Fracisquini, a turma do Bolsonaro – como eram os tucanos – agora é inimputável.