Abre em uma nova aba
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
Publicidade

Escola sem partido

Por Cláudio Osti

do El País

O projeto Escola Sem Partido não vingou, por ora, como lei nacional. Mas em algumas cidades, o programa, que prega o fim de uma proposta de “doutrinação de esquerda” dentro dos centros de ensino, já é uma realidade na rotina de docentes. É o caso da professora de inglês Virginia Ferreira, de 58 anos, de Vinhedo, interior de São Paulo e berço do Movimento Brasil Livre (MBL). Ela sofreu um processo administrativo por falar sobre feminismo e violência contra as mulheres em sala de aula no ano passado.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
Publicidade

Leia também

6 comentários

    • Atenção, Tunda! Seu link não tem nada a ver com o post. Mas o seu link tá com cara de ser propaganda do Belinati e do Álvaro Dias. Rsrsrsrsrs

  • Será que esse artigo vai ter versão em espanhol e se espalhar pelo mundo? Que vergonha para o Brasil. Estamos voltando para a Idade Média. Em breve, esses fascistas (são poucos mas são perigosos) vão querer promover “caça às bruxas” até nos rincões do país.

  • Seria divertido se não fosse trágico. A advocacia do município de Vinhedo (Bolsonaro: 65% no primeiro turno e 80% no segundo. Igualzinho Londrina. Cidades conservadoras e atrasadas.) recomendou arquivamento da denúncia. A Secretaria da Educação e a CGM, provavelmente aparelhadas pela direita, decidiram abrir processo administrativo disciplinar contra a professora. Foram seis meses malhando a professora até nacionalmente pra só agora arquivar o processo porque a professora não cometeu nada irregular. Pelo menos isso, né? Cuidado com a lobotomização dos cidadãos brasileiros promovida pela direita. Se você for vítima dessa lobotomização, você vai virar um marionete.

Deixe seu comentário