Desde 2008

Editor:
Cláudio Osti

Dono de casa de câmbio de Londrina é preso em operação realizada ontem pela Polícia Civil

3 comentários
Dono de casa de câmbio de Londrina é preso em operação realizada ontem pela Polícia CivilDurante uma operação realizada ontem, a Polícia Civil- PR cumpriu 23 mandatos de busca e apreensão e prendeu seis suspeitos de envolvimento no roubo de cerca de R$1,2 milhão, crime que ocorreu em agosto de 2023, no aeroporto 14 Bis, em Londrina.
Entre os presos está o dono de uma casa de câmbio de Londrina. A polícia continua investigando a situação da vítima. A suspeita de que a origem do dinheiro roubado pode não ser lícita levou a incluir a residência e endereço comercial da vítima, em Bady Bassit-SP onde mora a vítima, na lista dos mandados de busca e apreensão cumpridos na ação de ontem.
As buscas aconteceram simultaneamente nas cidades de Londrina, Curitiba, Cambé e Alvorada do Sul, no Paraná, e Assis, Tarumã e Bady Bassit, em São Paulo. Nos locais ligados aos suspeitos, os policiais apreenderam mais de R$ 70 mil em espécie, além de cheque, pedras preciosas, veículos de luxo, aparelhos comunicadores, armas de fogo, munições e porções de drogas.
Aparelhos eletrônicos, como celulares, computadores e pen drives foram apreendidos e serão periciados a fim de subsidiar novas fases da investigação.
Compartilhe:

Veja também

3 comentários

  • Marinósio

    A impresa faz o mesmo. Até agora não divulgou nome daquele poluidor do Lago.
    A palavra investigar saiu do currículo dos jornalistas?

  • Cadê o MP

    CMTU 0011/2024 0019/2024
    Pregão Eletrônico

    3.958.912,80

    Contratação de empresa operadora de plano de saúde para prestação de serviços de assistência médica,com atendimento ambulatorial e hospitalar aos empregados da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização deLondrina (CMTU-LD) e os dependentes (cônjuge e filhos).

    Associação Evangelica Beneficente de Londrina

    https://licita.cmtuld.org/contratos?ano=2024&processo_adm=&situacao=Vigente&tipo=&numero_contrato=&orgao=&objeto=&contratada=

  • Jorge Luiz

    Por que, afinal, quando o suspeito é pobre, o nome, a foto e até a vida inteira são expostos sem pudor, mas quando envolve alguém rico ou influente, tudo vira “sigilo”?
    A seletividade na divulgação de nomes por parte da polícia evidencia um sistema que protege os poderosos e humilha os vulneráveis.
    Justiça parcial não é justiça, é privilégio.

Deixe seu comentário