A estranha matemática para atrair votos.
Na última eleição, o ex-presidente Jair Bolsonaro havia se comprometido em apoiar a candidatura de Eduardo Pimentel à prefeitura de Curitiba. Nesta barca também estavam o governador do Paraná Ratinho Jr e o ex-prefeito Rafael Greca, entre outros tantos. Porém, o ex-presidente deu uma volta nos até então amigos/irmãos/camaradas e declarou apoio à jornalista Cristina Graeml, adversária de Pimentel.
Este ano tem eleição novamente. O deputado federal Filipe Barros, que se apresenta como o número um de Bolsonaro no Paraná, diz que conseguiu o apoio de Ratinho Jr para sua candidatura ao Senado.
Ratinho Jr, se mantiver a sua própria candidatura à presidência da República, como vem dizendo, será adversário de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, no momento preso a outros compromissos, que deseja também disputar o Planalto.
Filipe Barros chama Flávio de “meu irmão”.
Numa eventual candidatura de Flávio e Ratinho à presidência, quem será apoiado por Filipe Barros.
Flávio Bolsonaro, tal qual o pai Bolsonaro fez com o grupo de Ratinho na disputa pela prefeitura de Curitiba, abandonaria o “irmão” para apoiar Cristina Graeml que mira o Senado?
Quem vai ficar com a broxa na mão?















