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Editor:
Cláudio Osti

Tempos difíceis onde a grosseria virou padrão 1

4 comentários

Este mundão de meu Deus está mesmo mudado. Antigamente, nas campanhas eleitorais, era comum a comunicação esconder as grosserias dos candidatos, mesmo as mais leves, para não ofender o eleitor.

Agora, ao contrário, a grosseria parece se tornou aceitável e até elogiável.

Em vários comerciais nas emissoras de rádio, por exemplo, o candidato a deputado federal Francischini (União Brasil), para demonstrar que foi firme em debates na Câmara, coloca uma fala em que chama uma deputada de chata pelas intervenções dela.

É para se vangloriar disso?

 

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4 comentários

  • Afff tinha que falar assim: a nobre colega está ficando inconveniente

  • Que absurdo! Onde já se viu chamar a Ilustríssima Parlamentar de chata, se não imporem limites daqui a pouco serão ofensas como feia, boba, é preciso dar um basta senão daqui a pouco terão o desrespeito de a chamarem de petista.
    Não ficaria surpreso se o STF cassar o mandato desse fascista, onde já se viu?
    Me ajuda a defender a imprensa seu Paçoca, me de motivos……..

  • Paçoca, tem Promotor em Londrina?
    Falta? Ganham pouco ? PUBLICA REMUNERAÇÃO DELES AI E QUANTOS SÁO??????? CODEL Natal, CTMU Radar… Primo mandando na Sec. OBRAS
    …..
    TÁ CERTO ARNALDO – CMTU?

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