Não é só na política que vez ou outra a gente pisa na bola. No futebol, nossa capacidade de fazer burrada – o termo bem que poderia ser outro – é imensa. Quando tudo parece ter se encaixado, ficado bom, quando as coisas parecem estar nos trinques, vêm nossos dirigentes e chutam tudo para escanteio. (leia mais)
A arte de fazer burrada nós dominamos
Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.
Mandar no WhatsApp
Cláudio Osti
Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.
Sobre o editor



