A trombada de Plauto Miró. As traições do cotidiano

Do Analista dos Planaltos/Zé Beto

O poder atrai. A perda do poder repele. A máxima aplicada a política levou o primeiro secretário da Assembleia, deputado Plauto Miró (DEM), a entrar em choque com gente que até ontem era do seu círculo mais próximo. A trombada mais pesada de Plauto foi com o diretor de pessoal da casa, Bruno Garofani, advogado de Ponta Grossa, indicado por ele, Plauto, ainda na época de Valdir Rossoni como presidente.
Afastado da primeira secretaria na composição da mesa executiva da Casa e visto por muitos como o deputado mais enrolado na investigação da Quadro Negro, Plauto percebeu o desembarque de parte de sua tropa com ele ainda no comando. O principal movimento teria sido de Garofani que se apressou em jurar fidelidade a um novo senhor, Ademar Traiano, assim que ficou claro que o deputado do DEM não conseguiria manter a primeira secretaria na próxima gestão.
Sentindo-se traído, Plauto não conseguiu exonerar Garofani, mas mandou pra casa funcionários ligado ao ex-aliado. Quem conhece Plauto, diz que apesar do jeitão de lorde, traições políticas são anotadas num caderninho e guardadas no fundo da gaveta.

Um comentário em “A trombada de Plauto Miró. As traições do cotidiano

  • 21/01/2019, 15:49 em 15:49
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    Na minha opinião o governo desse Bolsonaro deve durar menos que o governo Color, porque ele é um Color piorado. Veio com salvador da Pátria, resolver as coisas na bala lembra o Color também falava que iria acertar o Brasil com um tiro só e que não poderia errar e ferro todo mundo, nós não podemos continuar acreditando promessas mirabolantes, infelizmente estamos ferrado.

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