Do Ilimar Franco/O Globo
Os consultores da Câmara Ana Baches e Luiz Vogel produziram estudo, com base no pleito de 2010, revelando que os nanicos não teriam como, em 2014 (e no futuro), eleger as atuais bancadas. Naquele ano, o custo médio de gastos dos eleitos foi de R$ 1,6 milhão em MG, R$ 1,2 milhão em PE, R$ 1,1 milhão no PR, R$ 1 milhão em RR, e R$ 600 mil no CE. O PHS elegeu cinco deputados nesses estados em 2014, ano em que seu Fundo Partidário foi de apenas R$ 2,6 milhões. Ou seja, sem coligação, ele não sobreviveria. Os adeptos do distritão concluem que, além do PHS, também padeceriam: PMN, PTdoB, PTC, PSL, PRP, PRTB, PSDC, PTN e PEN. São dez siglas a menos, cujas bancadas somam, hoje, 24 deputados















1 comentário
Indalécio Joacir Sampaio Nunes Korroc Pupt Malassisse de Carvalho Madruga
Ótimo. Quanto menos partidos, melhor. É menos gente pra mamar nas tetas do fundo partidário.