
O “empreendedor” por trás do negócio milionário era o italiano Luigi Fiocco – preso hoje no Brasil, onde se encontrava foragido das autoridades de seu país sob acusação de ter dado golpes de 200 milhões de euros por meio de arrecadações ilícitas de recursos públicos, sempre sob o pretexto de que estava pronto para construir a Avio – sua imaginária fábrica de helicópteros e aviões.
Beto Richa caiu no conto do “príncipe da fraude”, como ele é conhecido na Itália.
Richa não foi o único. Também o governo da China entrou na mesma conversinha. Lá ele se apresentava como membro de delegações oficiais do governo italiano, acompanhando ministros e caravanas de empresários italianos interessados em fazer investimentos na Ásia.














