Por Antonio Santiago
Paulão era um afrodescendente de grande porte, o popular negão.
Alto , forte, parecia um guarda roupa com maleiro em cima.
Naqueles anos rebeldes, todos os domingos, após as partidas no campo de terra batida, os boleiros se reuniam no bar do Tadeu, para, a pretexto de comemorar a vitória ou chorar a derrota, encherem a cara até altas horas.
Mas voltando ao Paulão. Ele era casado e sua esposa não gostava muito que ele ficasse na “bodega”. Tanto não gostava que um dia, que já era noite, pintou lá chamando-o. Detalhe, ela estava de camisola e transparente ainda por cima. O negão enlouqueceu, deu uma dura na mulher e aos berros disse.
– Vá embora e nunca mais me volte aqui com essa camisola.(leia aqui o final da crônica)















1 comentário
Geraldinho
A proposta do VEC até que é honesta, mas na prática é mais um daqueles projetos oba-oba. Vocë entra e nao tem noticias interessantes e um monte de cronistas com cara de bocós que nunca publicam. Azolivre…