Petráglia e a Moqueca de camarão

Augusto Mafuz, Tribuna do Paraná

Para um clube se recuperar é preciso ter um presidente tranquilo, com a emoção bem dosada e com a capacidade de absorver situações temerárias. Um dia desses, com o objetivo de discutir a publicidade da Liga dos Clubes Paranaenses, que pretendem criar, o presidente do Atlético, Mário Celso Petraglia, e o presidente do Coritiba, Rogério Bacellar, convidaram o publicitário Claudio Loureiro para almoçar no Tratoria do Vitor, na Praça Espanha.

Na conversa foi citado o arquiteto Jaime Lerner. Abrindo seu baú de rancores, Petraglia fez comentários sobre o ex-governador, que Loureiro não gostou e disse: “Jaime é meu amigo e não gostaria de ouvir ofensas a ele”. E, aí, sem controle, Petraglia foi contra Loureiro (conhecido na praça como Claudinho), derrubando mesas, pratos, garfos e cadeiras no exato momento em que o garçom chegava com o pedido: Moqueca de camarão.

Esse é o Furacão fora de campo.

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