Nova reviravolta na Operação Publicano 3 e 5 . STF anula provas

A 2ª  turma do Supremo Tribunal Federal acaba de conceder habeas corpus em favor de Antonio Pereira Junior e Leila Pereira ambos acusados de envolvimento na Operação Publicano.

Para recordar, a Operação Publicano investigou um esquema de corrupção na Receita Estadual do Paraná, em que participariam fiscais da Receita, empresários e políticos.

O habeas anula todas as provas no âmbito da Publicano 3 e 5 conseguidas, segundo o advogado de defesa Walter Bittar, de forma ilícita na casa dos acusados. Houve violação de domicílio sem autorização judicial.

Ouça o que diz Bittar.

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Denúncia de propina: prefeito de Rolândia no bico do Urubu

Victor Garcia e Luiz Francisconi – foto blog do Farina

Pensa num barulho meio ensurdecedor. Foi assim hoje de manhã em Rolândia onde o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado cumpriu mandados de busca e apreensão na prefeitura da cidade, na casa de secretários municipais e de empresários. (mais…)

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MP chama “matemágicos” da CMTU pra dar explicações

No inicio de janeiro, este blog que é mais curioso que manicure em salão lotado, questionava qual era a “matemágica” da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização sobre o aumento brutal da Taxa de Lixo (veja aqui).

O motivo é simples. Em 2017 o presidente da CMTU, Moacir Sgarioni, alardeou o quanto pode que havia conseguido reduzir o custo e os contratos do Lixo, uma economia que passava de R$ 20 milhões.

Pois bem, veio a nova taxa de lixo e, ao contrário do que qualquer cristão, budista, islâmico, ateu, atoa ou de qualquer outra fé, poderia esperar, não houve redução no valor da taxa. Ao contrário o aumento foi brutal. Há casos de valores que foram quintuplicados.

Ou seja, eles dizem que estão pagando menos e querem cobrar muito mais de você e de mim.

O Ministério Público de Londrina também ficou incomodado e está chamando os matemágicos da CMTU para dar explicações.

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“Bibinho” é alvo de nova operação do GAECO

Olha o Bibinho aí genteee!!!

Informa o Ministério Público do Paraná que estão sendo cumpridos hoje sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado. É a Operação Castor, que vem a ser um braço da Operação Argonautas. Além do ex-diretor da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Abib Miguel, conhecido como “Bibinho”, esta fase da operação envolve o prefeito de Rio Azul, no Sudeste do estado, e seus familiares.  (mais…)

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Auditor fiscal envolvido na Publicano diz que está sendo perseguido pelo MP

 

Hoje à tarde o auditor fiscal da Receita Estadual do Paraná, Orlando Aranda, acusado de participar de um esquema de corrupção derrubado pela Operação Publicano, prestou depoimento ao juiz Juliano Nanuncio.

Foi um depoimento tenso (veja acima). Há cerca de dez dias, segundo Aranda, um grupo de policiais do Gaeco, comandado pelo Ministério Público, esteve na casa dele e recolheu diversos documentos. Aranda diz que eram anotações de sua defesa.

Aranda disse que a ação foi feita para prejudicar sua defesa. (mais…)

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Luiz Antonio vai depor hoje

O auditor fiscal Luiz Antonio de Souza, delator premiado, aliás, muito premiado, vai depor hoje novamente na Justiça de Londrina.

Ele está envolvido até o pescoço na Operação Publicano  – esquemaço de cobrança de propinas na Receita Estadual do Paraná – e também no caso de exploração sexual de menores.

Aliás, vamos falar sério né, o cara estava envolvido em pedofilia e a Justiça o liberou porque decidiu colaborar – está solto, morando em Paranaguá. É pra acabar né.

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Servidores da prefeitura de Londrina no Gaeco

O trio de servidores públicos municipais supostamente envolvidos nos cancelamentos indevidos de impostos na prefeitura de Londrina (um diretor, um gerente e um coordenador) estão no GAECO neste momento.

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Ministério Público do Paraná pede absolvição de Orlando Aranda do crime de exploração sexual de menores

O Ministério Público do Paraná chegou a conclusão de que auditor fiscal da Receita Estadual Orlando Aranda não está envolvido no crime de exploração sexual de menores como chegou a ser denunciado.

Orlando Aranda, havia sido preso em março de 2015 sob a suspeita de favorecimento à prostituição de menores e estupro de vulnerável.

Segundo a conclusão do MPPR, as denunciantes confundiram Orlando Aranda com outro homem chamado Odair Favalli. As vítima disseram que, no reconhecimento fotográfico, confundiram Aranda com Favalli porque os dois são parecidos. Por isso, pede que ele seja absolvido da acusação de exploração sexual de menores.

Aranda continua respondendo, no entanto, pela acusação de participação no esquema de corrupção envolvendo empresários e auditores da Receita da Operação Publicano.

Veja abaixo alguns trechos da conclusão do MPPR:

(mais…)

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Justiça determina desbloqueio de bens de delator da Publicano

Que beleza, a Justiça determinou hoje o desbloqueio de parte dos bens do delator da Operação Publicano, Luiz Antonio de Souza.

A decisão foi do juiz Emil Tomás Gonçalves.
Enrolado até a unha encravada no esquemão de cobrança de propina descoberto na Receita Estadual do Paraná, Luiz Antyônio, que se tornou delator premiado da malandragem, agora poderá usufruir do que foi amealhado em sua longa carreira.

Veja a decisão

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Gaeco prende ex-delegado da Receita Estadual de Londrina

 

Marcelo Muller Melle
Marcelo Muller Melle

E o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) prendeu hoje mais dois integrantes do grupo que saqueava a Receita Estadual do Paraná.

O ex-delegado da Receita Estadual de Londrina, Marcelo Muller Melle, foi preso hoje em Cornélio Procópio e permanecerá engaiolado lá. Já o auditor fiscal Luiz Fernandes de Paula, foi detido em Curitiba.

Segundo o Promotor Jorge Barreto os dois já estão indiciados.

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MP quer continuar chacoalhando o bambuzal da Receita Estadual do Paraná

Pelos números apresentados até agora, seria até de “bom alvitre” fechar a Receita Estadual do Paraná para balanço. Aliás, balançar muito ver se a galera podre cai de uma vez.

O Ministério Público contabiliza que a Operação Publicano – que prendeu vários auditores fiscais por fraude, corrupção, formação de quadrilha, etc, etc –  pode atingir mais 50 auditores fiscais.

Já foram denunciadas 62 pessoas, 15 auditores fiscais da Receita Estadual do Paraná.

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