Sérgio Moro foi ministro de Jair Messias Bolsonaro e deixou o governo atirando, dizendo que o então presidente pediu a ele para afrouxar o combate a corrupção, que interferia na polícia federal para proteger os filhos denunciados em vários esquemas de corrupção.
Depois entrou no Podemos, na época comandado por Álvaro Dias, usou e abusou do partido para se promover nacionalmente afirmando que seria candidato a presidência. Mais uma vez abandonou o barco deixando Dias e a troupe do Podemos com a broxa na mão.
Agora, depois de insistir para que a jornalista Cristina Graeml ingressasse no União Brasil com a promessa de que ela seria a candidata ao Senado, abandona o União Brasil para ingressar no PL com o compromisso de que seus candidatos ao senado sejam Filipe Barros (PL) e Deltan Dalagnol (Novo).
O leitor, que está atento a tudo, pergunta: depois de tantas “traições” já dá pra pedir música no Fantástico?















7 comentários
Anubian
Acho que inicialmente a intenção do Moro era seguir uma rota ao estilo MBL, só que ele percebeu que na atual conjuntura é impossível se apresentar como candidato de direita sem se atrelar ao bolsonarismo.
Mas realmente eu estou surpreso de ver que o barco dele ainda está flutuando no mar da política bostileira por dois motivos. Primeiro, eu achei que o Lula ia foder com ele (o próprio Lula disse que não ia descansar enquanto não fizesse isso) do mesmo jeito que fez com o Dallagnol – menos de seis meses depois de eleito, o Dallagnol já tinha perdido o cargo; dois anos depois seria a vez do Bolsonaro ir pra cadeia… e o Moro continua aí.
Segundo, as traições. Saiu do governo Bolsonaro emputecido e denunciou a intenção do mandatário em avacalhar investigações pra proteger os filhos, deu uma rasteira no Álvaro Dias que faria o João Dória corar, e agora manda essa.
Eu sinceramente achava que só a rasteira no Álvaro Dias seria suficiente pra transformar ele em persona non grata na política, mas aí está ele, firme e forte. Talvez por sua popularidade no Paraná… mas eu esperava que ele fosse ao menos ser sabotado.
Calvino
Moro até agora só teve uma atitude elogiável: abandonou a magistratura! O certo mesmo era ele ter saído da magistratura e ter sido enfiado em um xilindró. É o que acontece com juiz de piso que faz grampo ilegal, grava presidente da república e envia esse grampo para rede de TV golpista. Normal em um país onde pastores evangélicos apoiam defensor de tortura e de torturadores. Se Moro fosse eleito, o Paraná já poderia mudar o nome de Estado do Paraná para Sesmaria do Paraná.
Assessor Especial para assuntos aleatórios
Quando o PT se une ao PP dos Barros não é incoerência? Ex PSDB vice do Lula é normal? Tebet indo pra o socialismo do PSB não é estranho? Infelizmente política no Brasil só funciona dessa forma. Ideologia é só na hora de pedir voto. Moro foi pragmático e teve que engolir sapo, como todos os políticos no Brasil, para conseguir se viabilizar.
Humberto Tomiotto
Onde está o crime do Senador Sérgio Moro que o desabone para político? Não se dobrar a corrupção ou mesmo proteger corruptos? Teve que se calar perante o sistema sendo acusado injustamente de suspeito no Lava Ajato, após ter suas decisões referendada em três instâncias e o único dos Juízes a ser punido e ameaçado de processo para perda de mandato, tudo para anular os processos dos réus que foram inocentados e alguns ainda com devolução de valores retirados dos cofres públicos!!! Onde está a traição? Onde está o crime? Narrativas o PT tem de sobra.
Giuseppe Caddura
kkkkkkkkk
Vai lá comprar um carro usado dele, vai, puxa-saco!!
Segue
Umuarama
https://www.instagram.com/reel/DWHi0JmsCZQ/?igsh=ZzQwZGJwZ2R3ank3
Genildo
Em que mundo vive o jornalismo brasileiro quando o assunto é política?
Depois de ver alguém dizendo que Lula queria apenas voltar ao lugar do crime e ao final esse mesmo alguém ser seu vice nas eleições de 2022, é estranho interpretar essa indignação seletiva, porém justifica em muito o descrédito do jornalismo raiz.