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Cláudio Osti

Aeroportos do Paraná, inclusive o de Londrina, serão administrados por empresa mexicana

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do Paraná Portal

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou na sexta (12) a anuência prévia para a transferência do controle societário da plataforma de aeroportos da Motiva, antiga CCR, para o Grupo Aeroportuario del Sureste (Asur), do México. O negócio inclui 20 aeroportos administrados pela companhia, sendo 17 no Brasil e três no exterior. No Paraná, o negócio incluir os aeroportos Afonso Pena, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina.

Segundo o diretor-relator, Roberto Honorato, a área técnica da reguladora atestou que a empresa mexicana atendeu a todos os requisitos de qualificação jurídica, técnica e fiscal. “Avalio que a operação atende aos requisitos legais e contratuais aplicáveis, não comprometendo a continuidade, a regularidade e a qualidade da prestação dos serviços aeroportuários concedidos”, disse Honorato durante a leitura do voto. A operação já tinha sido anunciada em novembro de 2025. O valor total informado pela Motiva foi de R$ 11,5 bilhões, com R$ 5 bilhões em participação acionária e R$ 6,5 bilhões em dívidas líquidas. A Anac deu o aval regulatório, mas a conclusão ainda depende das etapas contratuais e societárias entre as partes.

O que muda para os passageiros dos aeroportos?

Não há nenhum impacto operacional nos aeroportos, que continuam funcionando normalmente. A Motiva seguirá à frente da administração do terminal pelos próximos meses, até que a transação seja formalmente concluída, mantendo o atual quadro de colaboradores, assegurando o cumprimento dos contratos vigentes e com o compromisso de oferecer a melhor experiência aos passageiros. A previsão é que a conclusão do processo aconteça em 2026, após a aprovação pelo poder concedente e pelos órgãos de defesa da concorrência

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  • Gustavo Cazé Vi Rucha

    E o dinheiro do coitado do bairro IDEAL que nunca viajará de avião pagará o empréstimo feito com dinheiro público para pagar as desapropriações de terrenos privados para ampliar o aeroporto que foi privatizado.
    Qual foi o gênio?
    Alexandre Kiblefe.
    Esse prefeitinho que depois desapropriou o Grêmio de Operários da Prefeitura para doar para uma escola universitária privada de Maringá – Unicesumar.
    Um ex secretário dele virou da noite para o dia diretor da faculdade ali na Avenida Santa Mônica. Oportunidade dos currículos.

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