Solenidade absurda foi a diplomação dos eleitos nas últimas eleições, realizada no teatro Positivo. O presidente do TRE desembargador Wellington Emanuel Coimbra de Moura, não praticou o princípio da impessoalidade e deitou falação sobre suas realizações e sentimentos para com familiares, alongando o evento.
Se não bastasse, ao diplomar suplentes e depois os eleitos, sem orientação do cerimonial, os mesmos se perdiam entre cumprimentos, portas de entrada e saída, condução de crianças e demonstração de fé, ao se ajoelhar e apontar para o céu e/ou fazer desfile de roupas de grife. Como cada diplomado levava sua claque e familiares, ao receber o diploma, a plateia foi se esvaziando, pois, os mesmos se conduziam para locais de comemoração privada.
Com isso quando chegou a vez do governador e vice serem diplomados o auditório estava com menos da metade. Resumo: se pensávamos que o poder legislativo estava desqualificado, se soma o judiciário nesta ópera bufa, da política, onde pessoas que recebem altos salários, se sentem no direito de cantar loas as suas realizações e tornar público, aspectos pessoais de suas vidas em família. Só nos resta sentar no meio fio e chorar.






1 comentário
Com a desastrosa eleição de Bolsonaro, de fato a desqualificação aumentou exponencialmente, em todos os cantos do País, do legislativo municipal ao Congresso Nacional.
A culpa é do eleitorado, insisto (cacoete Tio Rei). 😉