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quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Diplomação no Paraná e o show de horrores da desqualificação política

Por Cláudio Osti
Diplomação no Paraná e o show de horrores da desqualificação política

Solenidade absurda foi a diplomação dos eleitos nas últimas eleições, realizada no teatro Positivo. O presidente do TRE desembargador Wellington Emanuel Coimbra de Moura, não praticou o princípio da impessoalidade e deitou falação sobre suas realizações e sentimentos para com familiares, alongando o evento.

Se não bastasse, ao diplomar suplentes e depois os eleitos, sem orientação do cerimonial, os mesmos se perdiam entre cumprimentos, portas de entrada e saída, condução de crianças e demonstração de fé, ao se ajoelhar e apontar para o céu e/ou fazer desfile de roupas de grife. Como cada diplomado levava sua claque e familiares, ao receber o diploma, a plateia foi se esvaziando, pois, os mesmos se conduziam para locais de comemoração privada.

Com isso quando chegou a vez do governador e vice serem diplomados o auditório estava com menos da metade. Resumo: se pensávamos que o poder legislativo estava desqualificado, se soma o judiciário nesta ópera bufa, da política, onde pessoas que recebem altos salários, se sentem no direito de cantar loas as suas realizações e tornar público, aspectos pessoais de suas vidas em família. Só nos resta sentar no meio fio e chorar.

Gostou? Mande para quem acompanha o assunto.

Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

Sobre o editor
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1 comentário

  • Com a desastrosa eleição de Bolsonaro, de fato a desqualificação aumentou exponencialmente, em todos os cantos do País, do legislativo municipal ao Congresso Nacional.
    A culpa é do eleitorado, insisto (cacoete Tio Rei). 😉

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