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Editor:
Cláudio Osti

Não dá pra melhorar a escolha dos novos conselheiros tutelares?

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Ontem rolou a eleição para os novos integrantes do Conselho Tutelar. Em Londrina não houve confusão e tudo foi bem tranquilo.

Mas durante o processo eleitoral algumas coisas chamaram a atenção do blog.

A primeira é que qualquer pessoa com segundo grau completo, com mais de 21 anos, sem passagem pela policia, e passando por um teste psicológico, poderia participar, independentemente de sua formação profissional. Veja, os conselheiros tutelares são escolhidos para trabalhar em situações tensas, bem complicadas envolvendo crianças e adolescentes – desde abandono, violência doméstica, abusos, etc – e não é exigido uma formação profissional mais adequada para estes desafios?

O requisito mais específico é que o candidato precisa comprovar que trabalhou um ano com crianças ou adolescentes.

É o suficiente?

É óbvio que o Conselho Tutelar é um avanço, mas não estaria na hora de avançar um pouco mais definindo regras mais coerentes para a escolha de pessoas que vão trabalhar em situações tão complicadas?

 

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