O ex-senador e ex-governador do Paraná Alvaro Fernandes Dias deixou o Podemos, partido que ajudou a fundar. As últimas articulações feitas dentro da sigla não foram do agrado do ex-senador. Álvaro, é quase certo, disputará a próxima eleição. O cargo em disputa ainda não está decidido. Porém, o político tem se encontrado com Ratinho Jr, governador do Paraná, e discutido o cenário.
O partido, que até o momento é dirigido por Gustavo Castro, deverá, já nos próximos dias, ter novo comando. O nome cogitado nos bastidores é o de Tânia Márcia Destito Francischini, que vem a ser mãe do ex-deputado Fernando Francischini,. Já o deputado Felipe Francischini está “apalavrado” para deixar o União Brasil e ingressar no Podemos. Ou seja, tudo em família.
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Veja a nota do ex-senador Álvaro Dias
“Há pouco mais de oito anos, ao lado de militantes da política, sonhei com a construção de um partido alternativo que pudesse recuperar a crença de brasileiros na instituição partidária. Hoje, confesso ! Meus sonhos foram sepultados, engolidos pela força de um sistema nefasto que teima em sobreviver. Não posso compactuar com isso. Com tristeza, despeço-me do Podemos e agradeço imensamente a todos que me acompanharam até aqui, sonhando os mesmos sonhos e alimentando a mesma fé e esperança.”















7 comentários
Pasternak
Ele não se bica com Beto Richa. Dois vaidosos.
Vai pro MDB.
Já se reuniu com Pessuti e Baleia Rossi.
Postou insta dele.
Ricardo Muriz
Quem é mais rejeitado atualmente no Paraná?
Qual dos ex governadores: Álvaro Dias, Roberto Requião ou Beto Richa?
Genildo
Seu Paçoca, o senhor que circula nos meios políticos com desenvoltura sabe dizer se essa nova Hoffmann envolvida com o roubo dos aposentados do INSS é parente da Hoffmann envolvida nos velhos escândalos de corrupção?
José Lito
Pelos comentários na postagem do facebook do Moisés Leonidas o POVO já aposentou o Álvaro Dias.
antonio gonçalves neto
Alvaro Dias é MAIOR que qualquer partido!
José Lito
Verdade Antonio Gonçalves, tanto que nenhum suporta ele.
Roberto Assis
O ancião Álvaro Dias, aos 81 anos, acaba de anunciar sua entrada no PSDB, pela terceira vez. Com isso, atinge a marca simbólica de dez partidos em sua longa e errática trajetória política. MDB, PMDB, PST, PP ao lado de José Janene, PSDB, PDT, PSDB novamente, PV, Podemos e agora, como quem retorna a um velho endereço conhecido, volta ao ninho tucano.
Mas não volta sozinho. Ele reassume sua aliança com o ex-governador Beto Richa, com quem compartilha pouco além do fato de ambos terem ocupado o Palácio Iguaçu. Curiosamente, nas duas gestões, a de Dias e a de Beto o mesmo nome figurou como secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly. E em ambas, um triste ponto em comum, a brutal repressão a professores em frente à sede do governo do Paraná, episódios que mancharam a história política do estado com gás lacrimogêneo, cassetetes e desprezo pelo magistério.
A essa altura, qualquer discurso sobre princípios soa como deboche. Álvaro Dias não representa uma linha política, e sim a persistência de um projeto pessoal de poder, indiferente a siglas, coerência ou memória. Sua bússola ideológica já não aponta para lugar algum: virou ventilador, gira em todas as direções, mas só espalha vento.