Os atrasos no pagamento dos salários dos funcionários da empresa terceirizada que é encarregada de fazer a limpeza do Terminal Rodoviário de Londrina vem se arrastando há tempos. Os terceirizados reclamam do a falta de depósito do FGTS, atraso nos salários e no pagamento do 13º.
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Hoje a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização enviou nota sobre o assunto:
NOTA DA CMTU
A CMTU esclarece que todos os pagamentos sob sua responsabilidade foram feitos integralmente a empresa responsável pelo serviço. O pagamento referente aos serviços prestados em novembro foi feito no dia 12/12, sexta-feira da semana passada. O valor de R$ 58 mil foi antecipado pela CMTU – o prazo legal para o pagamento seria até o dia 22/12 – porque a empresa alegou falta de recursos para pagar os funcionários. A promessa da empresa era repassar os valores integralmente para quitar os débitos trabalhistas, o que não foi cumprido pela prestadora.
A CMTU ressalta ainda que já notificou a empresa e está em tratativas para que ela faça o pagamento aos funcionários o mais rápido possível e, ao mesmo, tempo a Companhia está buscando alternativas para manter a limpeza no Terminal Rodoviário, com equipes próprias e de outras secretarias municipais.
Ontem a tarde, a empresa foi notificada mais uma vez e tem um prazo de 24 horas para fazer o pagamento e retomar os serviços, sob risco de rescisão do contrato















7 comentários
Jr Rosa
O Prefeito manter esse rapaz a frente da CMTU pega mal. Tem coisa que é melhor levar para Longe Prefeito, nem seu pai vai te salvar.
Abre o olho
Jose Aparecido
quem devia receber notificação é o coach sebrae apertador de parafusos fabricio bianchi. MP, GAECO , tribunal de contas etc. a coisa ta feia em todos setores
Dificuldade de alguem acompanhar
CMTU ADMINISTRADA POR PALESTRANTE DO SEBRAE – Fabrício Bianchi.
Serviço Brasileiro de Enrolação e Engodo Empresarial – SEBRAEEE
Leram a ata de indicação de Fabrício Bianchi na CMTU – ele acumulou como prova de gestor administrativo o tempo que foi assessor de Alex Canziani na Secretaria Especial de Inovação (eita inovador e desviador de condutas impedidas pela Lei das S.As e Lei de Improbidade Administrativa). Cadê o Ministério Público de Londrina que não vê isso hein Doutor Renato Castro?
https://cmtu.londrina.pr.gov.br/images/conteudo/2025/ATA_03_2025_FABRICIO.pdf
Imaginar que esse cidadão garantiu para si o maior salário entre os secretários que não acumulam salário de origem em 12 meses de gestão.
Imaginar que esse cidadão é Conselheiro REMUNERADO de duas estatais municipais onde a CMTU é sócia como Iluminação Londrina e CTD.
Imaginar que esse cidadão perdeu seu Administrador aposentado da Prefeitura no caso da licitação fraudulenta e inexegível dos consultores de Transporte Coletivo e é investigado pela Polícia Civil e MP Gaeco.
Imaginar que esse palestrante do MASTERPLAN Londrina e Londrina Internet das Coisas malfeitas conseguiu não pagar salário de uma terceirizada na Rodoviária de Londrina e já enfrenta greve.
Imaginar que esse embuste administrativo continua no cargo de Presidente da CMTU e autorizou uma licitação de radar em abril e logo após a cancelou sem lançar o edital e ADITIVOU em milhões de reais os radares por mais um ano com a empresa investigada dos radares de Maringá – PERKONS
Imaginar que esse cidadão já teve a visita da Polícia Civil nos escritórios da CMTU (igual a gestão Belinati no escândalo AMA COMURB do roubo de dinheiro das ações vendidas pela SERCOMTEL para a COPEL)
Para que continua esse cidadão gogó de platina na gestão da CMTU pelo engodeiro Tiago Amaral é uma incógnita e uma pergunta que não quer calar.
Faça como o Denilson Novaes e pede para sair alegando motivos particulares.
Pede para sair como o Luciano Godoy já fez na Cohab alegando que exauriu e está estafado.
Pede para voltar a dar palestras de como fazer a gestão de uma empresa para ela ser milionária em poucos dias.
Pede para dirigir o Masterplan igual aquele ex secretário que foi demitido em seis meses e rebaixado na gestão de Tiago Amaral – Rodrigo Souza.
https://blog.londrina.pr.gov.br/?p=195211
Cereja
Até na matéria sobre a UBS do Jardim Bandeirantes, Kathuilin Tanan se limita a reproduzir a versão da Secretaria de Saúde, sem qualquer contraponto ou apuração crítica.
O jornalismo local perde cada vez mais força investigativa. Com a saída de Patrícia Piveta, o que restou foram nomes como Vanessa Navarro e Alberto Dangele.
Quem perde é o cidadão, que fica sem informação de qualidade e sem voz diante do descaso do poder público.
RPC local
É lamentável ver a jornalista Kathulin Tanan, mais uma vez, atuando como porta-voz informal da Prefeitura de Londrina ao abordar os problemas do Terminal Rodoviário.
A cobertura, ao invés de questionar e investigar, soa como reprodução da fala oficial do Executivo.
A RPC local precisa urgentemente rever seu compromisso com o jornalismo plural e crítico. É essencial ouvir outros lados, fiscalizar de verdade e não apenas replicar a narrativa da assessoria de imprensa da Prefeitura. Informação pública não pode ser marketing institucional.
Nota Zero
Victor Hugo
A Terceirização como Solução: Falhas de Gestão e os Riscos de uma Licitação Irresponsável
A terceirização, quando estrategicamente bem planejada e executada, não é o problema, mas sim uma solução eficiente para a gestão pública, permitindo otimização de recursos e foco nas atividades-fim do Estado. O verdadeiro problema reside na disfuncionalidade da máquina pública, evidenciada por paralisações de serviços essenciais prestados por servidores diretos, que penalizam drasticamente a população.
No entanto, a má fama que por vezes recai sobre a terceirização é quase invariavelmente um sintoma de graves deficiências na gestão e fiscalização dos contratos por parte do órgão público. A inação ou a fiscalização meramente pro forma por parte do tomador de serviço, como frequentemente observado em instituições como a CMTU, é um convite aberto à descontinuidade e à precarização.
O problema, de fato, se inicia muito antes, na origem do processo licitatório. É inadmissível que pregoeiros, sob o pretexto ilusório de uma economicidade imediata, homologuem propostas com preços manifestamente inexequíveis. Tal prática não configura economicidade, mas sim uma irresponsabilidade gerencial. Está implícito, para qualquer gestor minimamente atento, que uma empresa que oferece um preço abaixo do custo real de execução está fadada a não honrar suas obrigações contratuais a médio e longo prazo. A conta simplesmente não fechará, o contrato entrará no vermelho e a consequência direta será o descumprimento de direitos trabalhistas, a queda na qualidade do serviço e, em última instância, a interrupção do atendimento à população.
A solução para tais impasses é clara, objetiva e encontra respaldo legal: diante do descumprimento contratual, o caminho é a convocação imediata da próxima empresa classificada no pregão que demonstre capacidade de execução, ou, em alternativa, a celebração de um contrato emergencial enquanto se conduz um novo e mais criterioso processo licitatório. Esses mecanismos são ferramentas legais ágeis e eficazes para assegurar a continuidade dos serviços públicos essenciais.
Se houvesse proatividade e responsabilidade na gestão da CMTU, essa situação jamais teria chegado a este ponto crítico. A triste realidade é que, em muitas esferas do serviço público, há uma preferência por deixar a “bomba” estourar. Essa postura, por vezes, serve a propósitos escusos: seja para justificar o próprio trabalho, criando crises que exigem “soluções heroicas” tardias, seja por inércia burocrática, ou, em casos mais graves, para orquestrar desgastes políticos contra a própria administração, comprometendo a imagem do Prefeito e a confiança na gestão pública. Tal conduta é um desserviço à população e um entrave ao desenvolvimento.
Incrédulo
É de deixar incrédulo que façam pagamentos sem certidão negativa de débitos, CMTU é devedora solidária, terceirização é só problemas.