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Para se ter uma ideia da “vantagem” em relação a outras cidades, basta olhar para os municípios vizinhos, que até tentaram acompanhar o ritmo, mas ficaram para trás na corrida:
· Mato Rico: R$ 359.388,50
· Iretama: R$ 310.107,91
· Nova Cantu: R$ 293.500,00
· Campina da Lagoa: R$ 266.228,90
Enquanto os vizinhos parecem ter viajado em classe econômica, Roncador claramente embarcou no modo executivo, ironiza o portal CR3.















2 comentários
Victor Hugo
Municípios paranaenses como Roncador, com cerca de 11 mil habitantes, e outros de porte similar, como a vizinha Tamarana, são exemplos eloquentes de emancipações que, em retrospecto, revelam-se questionáveis. Infelizmente, a luta contra as manobras de políticos oportunistas e irresponsáveis parece, muitas vezes, em vão.
O que se vê é a criação de estruturas inchadas para executivo e legislativo, apenas para alimentar brigas internas em cidades onde quase todos se conhecem e são parentes. A corrupção prolifera, faltam técnicos locais competentes, e a eleição de prefeitos e vereadores, por vezes, carece do mínimo preparo para o cargo. É um verdadeiro circo montado às custas do erário e da boa gestão, uma vergonha que clama por atenção.
TAMARANENSE, SIM, SENHOR
Victor Hugo, verifique as estradas rurais de Tamarana e compare-as com as de Londrina. Vá além e veja a estrutura do maquinário de ambas as prefeituras para trabalhar nessas vias.
Pergunte, também, sobre eficácia da rede básica de saúde e, se estiver disposto, vá até ao lado, em Lerroville, e cheque como estão as coisas no distrito – e nos outros largados nas infelizes mãos da gestão Tiago Amaral
Seu discurso é o velho, surrado e batido de grande parte da opinião pública de Londrina que não sai dos limites do Senadinho do Calçadão.
É melhor uma cidade pequena que, apesar dos naturais percalços, resolve seus problemas básicos do que uma fazenda iluminada que só faz andar para trás e mal consegue manter um aeroporto minimamente competitivo.