O deputado federal Nikolas Ferreira (PL), naquele mês morto, sem notícia política, um marasmo total só aguardando o carnaval para depois acelerar as campanhas, teve a ideia de fazer uma caminhada de Minas até Brasília, Chamou de Acorda Brasil.
Sem objetivo claro ou propostas concretas. Mas, diante da paradeira geral daquele momento, até conquistou alguma mídia. A caminhada terminou em Brasília com bem menos público que o influencer político gostaria.
Por pouco não aconteceu uma tragédia. Raios atingiram alguns manifestantes e os mandaram para o hospital.
Bom.
Se funcionou para ele, porque não para outros?
No Paraná a pré-candidata ao Senado Cristina Graeml, jornalista com uma carreira em emissoras de TV e jornais, decidiu fazer a sua caminhada Acorda Brasil Paraná.
Em pleno carnaval.
Resultado: Vasculhando a midia paranaense dos últimos dias, praticamente não se encontra postagens sobre a caminhada. Não está repercutindo nem nos grupos de direita. Poucos políticos de direita com alguma projeção no Estado aderiram.
Mas, enfim, cada um com as suas estratégias.
Vai que dá!
















5 comentários
joao
O político fazer essas bizarrices e coisas ridículas é normal, o problema é que tem gente que vota nessas coisas. Não sei quem é pior, esse tipo de político ou quem vota neles.
Tá
“Político não cai do céu, nem brota do inferno ele nasce da urna”
Antônio Carlos Baratter
1997
Ex deputado estadual Cascavel
Zezinho da Silva
Cristina Graml quem?
Há Lagoas
Triste é o povo que transforma político em santo de vitral e chama de fé o que não passa de idolatria conveniente. Como se o altruísmo dessa turma fosse bula de remédio milagroso para “salvar o país”. Milagre mesmo seria alguém entrar na política pensando primeiro no coletivo — geralmente o espelho vem antes da bandeira.
Até quando vamos fingir surpresa? Quem disputa poder, antes de tudo, disputa espaço para si. A pátria vira discurso; o projeto pessoal, prioridade. E isso não tem cor, não tem lado, não tem hino — atravessa todas as correntes ideológicas com a mesma desenvoltura cínica.
Acorda, Brasil. Político não é messias, é operador de interesses. Confiar cegamente neles é terceirizar a própria responsabilidade — e ainda aplaudir enquanto fazem isso.
Segue
Inicia e termina onde começa – No Nada.
Cadê a Jessica Morena?
Jessicão não foi com seu tiracolo Deivid Wisley?