Por Israel Marazaki
O nome é Lucas Pinheiro Braathen.
Mas ontem, na neve estrangeira, o que se viu foi Lucas Brasileiro.
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O Brasil conquistou sua primeira medalha nos Jogos Olímpicos de Inverno. Não foi ouro. Foi maior que isso: foi a primeira. Em 526 anos de história, um filho do trópico subiu ao pódio do gelo.
E não subiu em silêncio.
Criado na Noruega, moldado na disciplina escandinava, Lucas sempre carregou a fratura identitária dos que pertencem a dois mundos. Para os noruegueses, era o brasileiro. Para muitos brasileiros, o gringo. Não cabia inteiro em lugar algum.
Até decidir caber.














