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Cláudio Osti

O encontro do novo tempo com o velho tempo. A inexplicável dificuldade de reformar três singelas pontes de madeira

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O encontro do novo tempo com o velho tempo. A inexplicável dificuldade de reformar três singelas pontes de madeiraA atual administração de Londrina já completou 20 meses de governo. É isso mesmo, 20 meses. E a prometida agilidade na solução de problemas, pelo jeito, ficou só na campanha eleitoral mesmo.

De problemas complexos – como os moradores em situação de rua que não só continuam na mesma como também, a impressão que passa é que aumentou o número; às famosas Unidades de Pronto Atendimento na zona norte, na zona Sul, etc, iniciadas no governo anterior e nada ainda de serem inauguradas, e outras mais – às mais banais como, por exemplo, a reforma das pontes do lago Igapó 2.

Ontem, feriadão, centenas de turistas de várias cidades, passeavam pelo lagos. Este que vos escreve, inclusive, deu informações a vários deles que queriam saber mais sobre o Igapó. Um questionou se era verdade que haviam vários lagos e achou fantástico saber que sim, são 4, e que ficam encravados na área central seguindo para a região oeste da cidade. No entanto, conforme explicado a um deles, não poderiam passar por alguns dos trechos da pista interna do lado 2 porque as pontes de madeira estavam interditadas. Sim, Há mais de dois anos interditadas. Numa cidade que têm algumas da maiores e mais tecnológicas construtoras do Brasil, a prefeitura não consegue consertar três pontes de madeira, de apenas alguns metros de comprimento, no principal ponto turístico da cidade.

Perguntado sobre isso pelos turistas, este escrevinhador deu de ombros, não soube explicar o inexplicável.

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3 comentários

  • Não esqueçam! Ao alterar o ZR1 no entorno do hospital do Coração e permitir um heliporto sobre o hospital, houve uma valorização de muitos % auferindo lucro exuberante, nada ilegal.
    Como mitigação foi imposto reforma nessas pontes, que tipo de reformas foram feitas que em poucos anos estão interditadas?

  • O vertedouro sem manutenção.
    O buraco do Fiofó do Igapó 2 sem cauterizar a hemorroida da comporta.
    E você vem querer saber de duas pinguelas.
    Justamente na gestão de um renomeado e velho quadri secretário de Meio Ambiente, que sabe até da pasta do arquivo X das pombas cagonas da gestão de Merdson Micholetti.
    O Lago Cabrinha pedindo gentilmente que cuidem dele.
    O Parque Daisakú Ikeda que completa 10 anos sem restauro de sua debacle.
    Uma gestão que somada às outras empurram para a Londrina que vai virar Tamarana.

  • Prof. Paulo Minozzo

    QUEM PODERIA IMAGINAR, NÃO É MESMO?? E como diria o filósofo Vampeta, falando sobre a seleção brasileira: COISAS PIORES VIRÃO!

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