A dependência do transporte rodoviário, no transporte de cargas no país, é reflexo direto de decisões tomadas na Ditadura Militar. É, um país não se constrói por acaso, mas com planejamento a longo prazo.
E nosso planejamento sempre foi à reboque dos interesses privados e não da Nação.
No primeiro governo da Ditadura, de Humberto de Alencar Castelo Branco (15 de abril de 1964 a 15 de março de 1967) foram elaborados estudos para escolher o modal de transportes mais viável para o país.
Em discussão o transporte rodoviário, ferroviário e hidroviário. Em um país continental como o nosso, o ideal seria uma fusão dos três modais, com preferência para os transportes mais baratos, como ferrovia e hidrovia.
Mas não foi bem assim.
Com o lobby e promessas de instalação de montadoras no país, a indústria automobilística saiu vencedora. E o modal rodoviário foi contemplado. O preço dessa decisão, lucrativa decisão para a elite dirigente da ditadura (Roberto Campos à frente), é o que pagamos hoje. Transporte caro, ineficiente e que interfere diretamente na logística para o desenvolvimento econômico e social.
Por José Maschio, jornalista















7 comentários
Catuaí
O SS tinha que fazer esse comentário típico de um adestrado mental que só sabe repetir e concordar com aquilo que os companheiros escrevem. Coisa feia!
joão da silva
É a primeira ( e ultima ) vez que entro nessa merda de blog
Repórter comunista é tudo igual só falam MERDA. Esquecem que botaram o PT no poder. UNS IDIOTAS….
Só falam besteira. Ridícula essa matéria.
Sergio Silvestre
Distinto topeira,ele tem razão,tudo é de acordo com a conveniencia deles.
Somos sempre aqueles que paga a conta e se voce consegue olhar pra tráz vai ver que sempre te enfiam na goela alguma coisa em que eles faturam.]
Mas eu acho que se o sr começar a ler e entender o pessoal que escreve,logo vai ficar ligado sempre e eu sou assim,quando acho que não está certo faz seu contra ponto,mas com a ternura de uma borboleta.
Daniel Martinon
Cláudio, eu sei que vai censurar meu comentário, como já fez. Sinceramente é a última vez que entrego minha sinceridade para com seus leitores, principalmente apátridas como o Maschio.
Vocês jornalistas que apoiam a esquerda não enxergam que alimentam quem vai lhes fulminar.Seguem na cega tarefa de ser a esquerda caviar, com seus carrões, seus livrinhos de baixo grau, seus carguinhos de assessor. O País está aos frangalhos, mas seguem e repetem o mesmo mantra ideológico.
Vamos tomar uma cerveja então que daí tudo passa!
Daniel Martinon
E qual foi o país em que o socialismo fez prosperar a nação, Sr.Maschio? Estuda e acorda desse teu sonho comunista.Você e uma carrada de jornalistas paranaenses nos envergonham, ocultando fatos,falseando dados,e imprimindo a teoria do agendamento nas pessoas.Cuspiram no diploma onde juraram: REPORTAR.Não gostou, manda aí um livrinho sobre o Foro de São Paulo, suas ligações narcotraficantes com o PT e o PC do B,e as verdades sobre o assassinato do Celso Daniel. Aprendeu a falar modal faz pouco tempo, não toma seu tempo analisando as reais necessidades da nação, e sim, como salvar a imagem da ideologia que consumiu até o fim de suas almas.Dica de leitura:Ponerology – Andrew Lobaceswi. Se não puder comprar te dou de presente, e vou mandar pela transportadora, de caminhão.
CERVERÓ
Caro senhor Maschio, discordo do senhor, em qualquer meio de transporte não iria funcionar, pois os ladrões iriam agir em qualquer modalidade, se fossem a cavalo, seriam os donos dos estabulos, a volupia do roubo e imensa, vide agora, temos ladrões de todos os calibres vide Dilma e Beto Richa.Hora de bater nestes vagabundos
Catuaí
De metalúrgico-sindicalista, Lula se tornou uma mãe para indústria automobilística dando toda sorte de benefícios. E nesses 12 anos o que o Petismo fez para mudar essa realidade? NADA! De propósito, cita o Castelo Branco e o Roberto Campos, mas e o Lula? (não vamos falar aqui em corrupção e desvios para não perder o foco). É a velha esquerda de sempre. Não admite erros e falhas enquanto Governo porque a culpa e os erros são SEMPRE dos outros. É pena que o viés ideológico SEMPRE distorce a análise histórica.