do Portal Metropoles
Líder da oposição na Câmara, o deputado Filipe Barros (PL-PR) contratou, como um de seus secretários parlamentares, um dos antigos membros do “gabinete do ódio”, que funcionou durante o governo de Jair Bolsonaro.
O cargo tem uma remuneração baixa, de apenas R$ 3,5 mil no valor básico, segundo dados da Câmara. Antes disso, ele estava lotado no gabinete do senador Magno Malta, onde permaneceu até junho de 2024 como auxiliar parlamentar.
Serviços para bolsonaristas
Após deixar o Planalto, Amorim fundou, junto a outros ex-colegas do “gabinete do ódio”, uma agência de comunicação, que passou a prestar serviços para parlamentares bolsonaristas no Congresso.
Como mostrou a coluna, a Mellon Comunicação e Marketing Ltda foi contratada por ao menos quatro deputados em 2024: Alexandre Ramagem (PL-RJ), Allan Garcês (PP-MA), Daniela Reinehr (PL-SC) e Robinson Faria (PL-RN).
Além de Amorim, a empresa tinha como sócios José Matheus Sales Gomes e Mateus Matos Diniz. Atualmente, a Receita Federal indica que Mateus Diniz deixou o quadro societário da Mellon. Tanto Diniz quanto Sales Gomes chegaram a ser investigados no Inquérito das Fake News do STF.
No ano passado, Diniz teve mandado de busca e apreensão expedido contra ele, autorizado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. O ex-sócio da Mellon foi alvo da operação que apurava suposto esquema de monitoramento ilegal de autoridades públicas durante a gestão Bolsonaro.
















4 comentários
Paulo Travesso
O gabinete do ódio não morreu, é a menina dos olhos dos neofascistas agrupados na extrema-direita. O gabinete do ódio continua espalhando fake news e em ação permanente para jogar o Brasil em uma ditadura civil-miliciana. Grana pra isso não falta, vem de dinheiro privado e também do dinheiro público já que a extrema-direita continua controlando grande parte do estado brasileiro. O melhor exemplo de como golpista deve ser tratado vem hoje da Coreia do Sul. O presidente daquele país, afastado depois de tentar dar um golpe de estado, já está em cana, pouco tempo depois de sua tentativa fracassada. Aqui no Brasil, o chefe da tentativa de golpe continua solto. É muita inoperância da Justiça!
Tóin
https://oantagonista.com.br/brasil/assessor-de-bolsonaro-ironiza-morte-do-jornalista-fabio-campana
é um pessonhal
Paulo Travesso
Essa gente foi varrida do Palácio do Planalto, agora está acoitada no gabinete do deputado presbiteriano londrinense. Agora é era de varrer essa gente do Parlamento brasileiro. Vai ser a campanha “Lixo no lixo”.
Paulo Travesso
Hora de varrer!