
Segundo a assessoria do MDB, o novo diretório reúne novas lideranças e líderes históricos do partido, como o senador Roberto Requião e todos os demais ex-presidentes: Nivaldo Kruger, Milton Buabssi, Dobrandino da Silva, Renato Adur e Waldyr Pugliesi. A chapa de consenso conta com os deputados federais Hermes Parcianello e Sergio Souza, os deputados estaduais Anibelli Neto, Nereu Moura e Requião Filho, prefeitos, ex-prefeitos e vereadores de todo o Estado.
Nem todos os “históricos” foram contemplados, é claro. Orlando Pessutti, ex-governador do Paraná (assumiu quando Requião deixou o cargo para se candidatar ao Senado) nem foi cogitado já que se tornou inimigo do capo Requião.
Apesar do fiasco na última eleição, o partido ainda é forte no Estado, 70 cidades são administradas pelo MDB.
“Novos quadros, novos nomes. O MDB precisa, apesar de sua história, de sua trajetória em defesa da democracia que é muito bonita, nascer de novo, diria. Precisa recomeçar com novos nomes, com novas pessoas. Então, não é por este motivo que nós vamos nos afastar do partido”, afirmou.














