
“Declaro nulo o acordo firmado entre as partes, homologado outrora pela Corte superior, em razão da incapacidade mental e de possível falsificação da assinatura de um dos signatários, Antônio Carlos Nunes de Lima, conhecido por Coronel Nunes”, diz a decisão assinada por Zéfiro.
O imbróglio vem de longa data. Nos capítulos mais recentes, o ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou no dia 7 o pedido de afastamento apresentado à Corte contra Rodrigues. Mendes determinou ainda que o TJ-RJ apurasse, “com urgência”, as alegações de supostos vícios de consentimento relacionados a um dos signatários do acordo firmado entre a CBF, cinco dirigentes da entidade e a Federação Mineira de Futebol.













