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Cláudio Osti

Mais que um ídolo

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Por Guilherme Lima

Como você define um ídolo de um clube de futebol?
E quem é o ídolo do seu time?

O ídolo do meu clube jogou muito com a nossa camisa. Fez gols, foi campeão, saiu, voltou. Ele é muito “Bem Amado”.
Pela torcida e pela cidade.
Só que, não é só campo. Ele vai além.
É muito mais do que um ídolo.

Ele foi presidente do clube onde é ídolo.
Na cidade desse time, foi vereador, presidente da câmara. Ainda mora no município onde é ídolo, constituiu família nessa localidade, trabalha, gera empregos e realiza sonhos, pois vende consórcio.

O ídolo do meu time, vai no estádio torcer pelo time que ele ajudou a ser vencedor.
Que ele ajudou a ter torcida.
Senta na arquibancada.
Torce.
Chora.
Se emociona.

Ele fez a diferença na maior vitória da história do clube, o 2×0 em São Januário.
E se emociona ao ver, mais de 40 anos depois, o clube onde ele é ídolo, fazer 3×0 em um campeão da Libertadores, ter “confiança” em um tropeço de um rival e não ser rebaixado.

Sim.
O ídolo torce e se emociona ao ver um não rebaixamento.
Ele se alegra ao saborear uma goleada.
Ele é muito mais do que um ídolo.
Ele é uma referência.
É um exemplo.
É um ícone.
Uma lenda.

Seu clube do coração até pode ter ídolos.
Esse meu tem vários outros também.

Só que, muito mais do que ser ídolo, o Londrina Esporte Clube tem alguém que transcende. Está muito acima disso.

Só o Lec tem Carlos Alberto Garcia!

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