Sim, depois de ter barrada a transferência de domicílio eleitoral para São Paulo, o ex-juiz e ex-ministro de Bolsonaro, Sérgio Moro, retornou ao Paraná.
E, ao lado do presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar e também do presidente estadual, Felipe Francischini, disse que não sabe ainda qual caminho seguirá.
Ué, então para que convocou coletiva?
Dizem que ele mudou o discurso em cima da hora depois de ver algumas pesquisas internas.
Das três possibilidades, sobram duas. Dificilmente ele vai encarar uma corrida ao Palácio Iguaçu que já tem na pista o atual governador Ratinho Jr (PSD), o ex-governador Roberto Requião (PT) e o ex-prefeito de Guarapuava César Silvestri (PSDB).
Para o Senado, a disputa direta seria com Álvaro Dias (Podemos), Paulo Martins (PL) e talvez Guto Silva (PP). A questão aí é que Alvaro Dias foi seu padrinho no momento de entrar na política partidária. Foi Álvaro que o lançou pré-candidato à presidência e garantiu o famigerado quaisquais para que ele percorresse parte do Brasil tentando viabilizar a candidatura.
Não rolou. Ele saltou para o União Brasil e de cabeçada em cabeçada retornou ao Paraná.
Até mais do que ser candidato ao Senado, para o partido talvez o mais interessante seja que ele saia candidato a deputado, pois imagina-se que ele seria um puxador de votos garantindo mais cadeiras ao partido. Este blogueiro apostaria nesta hipótese.
Cada cadeira conquistada, lembrando sempre, garante ao partido R$ 11 milhões de fundo partidário durante o mandato.














2 comentários
Satanás
O Bolsonaro II não tem o que dizer, a não ser boçalidades. Ele não tem nem mesmo apoio unânime no partido a que ele se filiou. Muito pouco para um “herói da lava jato”. Quá! Quá! Quá!
Anubian
Sinceramente acredito que ele ainda teria chances ao governo do Paraná. Quanto ao Senado, realmente seria uma manobra muito “Dória” concorrer contra o Álvaro Dias… resta o cargo de deputado federal.