A pesquisa também mostra que a grande maioria (80%) chegou a esses órgãos indicada por aliados após fazer carreira em cargos políticos. Além disso, 32% são condenados na Justiça ou alvos de investigações por crimes que vão desde improbidade administrativa até peculato e corrupção.
Os outros casos são o do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias (PT), que emplacou sua mulher, Rejane Dias, para conselheira do Tribunal de Contas do Piauí (foto); o do ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes (PDT), que nomeou sua mulher, Marília Góes, no Tribunal de Contas do Amapá em fevereiro de 2022, quando ainda era governador do estado; e o do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), que emplacou sua esposa, Renata Calheiros, no Tribunal de Contas de Alagoas. Em dezembro do ano passado, o emedebista, que havia deixado o governo do estado em abril, conseguiu garantir a vaga aberta na corte. Após ser indicada, ela teve a candidatura aprovada no dia seguinte.















1 comentário
Walace
Se a República fosse seria existiria uma legislação para impedir essa formação de casta.