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Editor:
Cláudio Osti

Plenário da Câmara de Londrina toma ciência formal amanhã sobre denúncia contra vereadora

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Está na pauta de amanhã da Câmara de Londrina: será dada ciência ao plenário da denúncia formal contra a vereadora Anne Ada Moraes de Souza (Avante) por suposta utilização da atividade parlamentar em benefício próprio, oriunda da representação nº 1/2025. Conforme regra do Código de Ética e Decoro Parlamentar, na sessão seguinte (terça-feira), o plenário votará se abre ou não uma Comissão Processante para investigar o caso.

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  • https://www.folhadelondrina.com.br/politica/jamil-janene-e-o-novo-secretario-de-agricultura-3292796e.html

    O espólio da fazenda do primo falecido José Mohamad Janene está nos planos de desenvolvimento agrícola ali na região da Fazenda da Dona Teresinha Santos?

    Como será a remuneração do lavajatista e estacionacar como Secretário de Agricultura?
    Vai poder contratar o Agnaldo Rosa ou o primo Assad Jannani?

  • Anronio Xavier

    Escrevo para manifestar meu total descontentamento com a estratégia de captação de recursos adotada pelo Hospital do Câncer de Londrina (HCL).
    Como cidadão que reconhece e apoia historicamente o trabalho essencial da instituição, sinto-me no dever de alertar sobre o limite entre a busca por doações e o desrespeito à privacidade.
    ​Em um único dia, recebi 17 ligações do número oficial da instituição.
    O uso agressivo de “robôs” e discadores automáticos, que frequentemente derrubam a chamada assim que atendemos, transforma um gesto de caridade em um transtorno insuportável.
    ​A causa do câncer é nobre e merece todo o apoio da sociedade, mas essa prática invasiva acaba por macular a imagem de uma entidade tão respeitada.
    Os sestores de captação precisam entender que a solidariedade nasce da empatia, e não do cerco telefônico.
    Espero que o HCL tome providências para humanizar sua comunicação, sob o risco de afastar aqueles que, como eu, sempre estiveram dispostos a ajudar.
    ​Antonio Xavier

  • Enquanto a maioria dos políticos brincam de trocar de ideologia na troca de partido….

    É inadmissível que a Sanepar continue tratando um direito básico como se fosse privilégio. O contrato com a cidade de Londrina prevê tarifa diferenciada para famílias de baixa renda, com base em critérios já estabelecidos em lei. Ou seja, não é favor, não é benefício opcional, é obrigação.
    Mesmo assim, na prática, o que se vê é burocracia, falta de transparência e, muitas vezes, dificuldade de acesso para quem mais precisa.
    Enquanto isso, famílias de baixa renda seguem pagando valores que comprometem sua dignidade, como se água e saneamento fossem luxo.
    Mais revoltante ainda é o silêncio e a omissão do poder público local.
    O prefeito Tiago Amaral e os vereadores têm o dever de fiscalizar, cobrar e garantir que esse direito seja cumprido. Mas o que a população vê é falta de posicionamento firme, ausência de cobrança efetiva e uma postura passiva diante de uma situação que afeta diretamente os mais vulneráveis.
    Fiscalizar não é aparecer em rede social, não é discurso vazio, é agir, é pressionar, é defender a população.
    Quando isso não acontece, a sensação é clara: quem deveria proteger o povo está falhando.
    A conta chega todo mês. E para muitos, ela pesa mais do que deveria, não por falta de lei, mas por falta de vontade de fazer cumprir.

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