Tadeu França/via Blog do Rigon
Deferida a solicitação pelo governador, foi assim que aconteceu o início da escalada do sr. Ratinho… hoje opressor de minhas irmãs e irmãos professores que respondem pela educação pública paranaense dentro das piores condições de abandono, deprimentes salários e toda sorte de humilhações, buscando- lhes eliminar qualquer perspectiva de profissionalismo e valorização.
Analogamente, o próprio Tribunal de Justiça do Paraná, que também tem o dever de respeitar a Constituição Cidadã de 88 associa-se ao desrespeito à citada Lei Maior, instituindo barreiras ao próprio exercício do direito de greve recurso extremo que ainda cabe aos servidores públicos, de acordo com o contido no artigo 37, inciso VII.
Finalmente, esperar o que da maioria de um Poder Legislativo Estadual que auxilia o chefete com o desmonte do Paraná com vendas de empresas de vital importância, a exemplo do porto de Paranaguá e da Copel?
O povo paranaense está órfão. Desperte, Paraná, dizendo sim à greve legal e constitucional do magistério público estadual de nossas professoras e professores.















4 comentários
Glaucia
Gratidão e decência sucumbem diante do poder e dinheiro.
E vai piorar.
A democracia morrerá pelas mãos do eleitorado.
Escolhas tem consequências.
Votar mal resulta em má representação, má administração. Ratinho Junior demonstrou a que veio no primeiro mandato, jamais deveria ter sido reeleito. É hora de debater o fim da reeleição para o parlamento e executivo. Um mandato só e um intervalo de 10, 20 anos para se candidatar novamente.
Paulo Travesso
Hoje a família Ratinho é acusada até de ampliar fazenda ocupando terras indígenas.
Moriarty
Ocupando não, invadindo!
Trentini
Essa história é verdadeira.
Fernando Gighone, Secretário de Cultura do Richa e esposa que deram roupas para a Família quando chegaram em Curitiba em época de frio.