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Cláudio Osti

Rede de varejo do ramo da Saúde investirá R$ 100 mi em centro de distribuição em Londrina

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do N.Com

A RD Saúde, maior rede de varejo farmacêutico do Brasil, vai investir R$ 100 milhões na construção de um novo centro de distribuição em Londrina, o 16º da empresa no país. A unidade terá 21 mil metros quadrados de área e capacidade para armazenar até 20 milhões de itens. Com operação prevista para 2027, o empreendimento deve gerar mais de 500 empregos, sendo 60% das vagas destinadas ao público feminino e 40% ao masculino. A estrutura já está sendo implantada na Rua Eugênia Safra do Rosário, no sentido da continuação da Av Saul Elkind para Ibiporã, ao lado da BRF Sadia Perdigão, na região norte.

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Para apresentar o projeto, representantes da RD Saúde, de São Paulo, estiveram no gabinete do prefeito Tiago Amaral na última quinta-feira (12). Eles foram recebidos pelo chefe do Executivo, pela secretária municipal de Saúde, Vivian Feijó, pela equipe da Vigilância em Saúde e pelo presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Fabrício Bianchi.

Rede de varejo do ramo da Saúde investirá R$ 100 mi em centro de distribuição em Londrina
Foto: Divulgação RD Saúde. Obras em andamento

Este será o segundo centro de distribuição da RD Saúde no Paraná e atenderá mais de 300 farmácias de Londrina e região. A empresa já mantém uma unidade em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Atualmente, o grupo conta com 15 centros de distribuição em operação, instalados em todas as regiões do país, responsáveis pelo abastecimento de mais de 3.500 farmácias em 663 cidades brasileiras.

A instalação do novo centro de distribuição reforça a infraestrutura logística da companhia para sustentar a expansão física das redes Raia e Drogasil, além da aceleração das vendas digitais. Segundo o diretor da empresa, Thiago Centurion, a escolha por Londrina está alinhada ao potencial de desenvolvimento da região e ao plano de expansão acelerado da companhia.

Ele destacou que a área metropolitana e os municípios vizinhos têm papel estratégico para a operação da RD Saúde. “Acreditamos muito no potencial de desenvolvimento de toda essa região metropolitana que envolve as cidades próximas. Escolhemos a região de Londrina para trazer um melhor nível de serviço, uma melhor velocidade de entrega e atender melhor nossos clientes, disponibilizando os produtos cada vez mais rápido para essa população”, afirmou.

Sobre a geração de empregos, o diretor ressaltou que a estimativa de 500 vagas diretas e indiretas deve impulsionar o desenvolvimento local, com oportunidades voltadas prioritariamente a moradores do município. Segundo ele, os trabalhadores terão a chance de atuar em uma das operações mais modernas da América Latina.

As vagas devem contemplar funções ligadas à movimentação de mercadorias, separação e conferência de produtos destinados às farmácias, além de cargos de liderança. “Teremos vagas para líderes, supervisores, gerente, coordenadores, e tudo isso buscaremos localmente para ajudar no desenvolvimento da cidade”, destacou.

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1 comentário

  • Edil Sidnei Matias

    O Retrocesso da Gestão: “Frisado” não é Asfalto e Improviso não é Obra Pública

    ​O vereador Sidnei Matias e a Secretaria de Obras de Londrina parecem ter esquecido que o serviço público deve ser pautado pela legalidade e pela durabilidade.
    Celebrar a colocação de frisado asfáltico na Av. Prefeito Milton Ribeiro de Menezes é admitir que a cidade regrediu décadas em sua zeladoria.
    ​1. Um erro que nunca foi aceito no passado
    ​Em épocas anteriores, o uso de material fresado (sobras de asfalto velho) em vias urbanas era impensável e proibido. Londrina sempre prezou por normas de pavimentação que garantissem a segurança dos motoristas e a longevidade das vias. O que vemos agora é o uso de um material que vira poeira na seca e lama no primeiro sinal de chuva, algo que nunca foi permitido para o tráfego de uma avenida.

    ​2. O Descumprimento da Lei e das Normas Técnicas,
    ​O vereador, ao tomar posse, jurou cumprir as Leis Municipais. No entanto a Violação do Código de Obras, a legislação de Londrina exige pavimentação com materiais homologados que suportem a carga de tráfego. O fresado, sem tratamento químico (emulsão), não possui compactação técnica.
    ​Irregularidade na Execução, a Secretaria de Obras não pode ignorar as normas da ABNT e do DNIT, que classificam o fresado como material de reuso para sub-base ou estradas não pavimentadas, e não como capa de rolamento urbana.

    ​3. Dinheiro Público Jogado Fora
    ​Colocar máquinas e servidores para espalhar um material que solta pedras e causa riscos a motociclistas é um desperdício do imposto do cidadão.
    É uma “maquiagem” eleitoreira que ignora o plano de pavimentação da cidade.

    MP agora é com vc?

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