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Editor:
Cláudio Osti

Relembre casos de políticos presos no Paraná

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Nas últimas duas décadas, o Paraná também foi palco de investigações que revelaram corrupção, fraudes, e desvio de recursos públicos envolvendo agentes políticos e autoridades estaduais e municipais. Usando os recursos do ChatGPT foi feito um levantamento sobre diversos casos. Alguns deles chegaram a ser presos enquanto exerciam seus mandatos. Óbvio que tem muito mais gente, mas vamos aos casos mais marcantes:

Relembre casos de políticos presos no Paraná
Nelson Meurer

1. Nelson Meurer (PP) – Deputado Federal

Condenado pelo STF em 2018 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com pena de 13 anos e 9 meses. Foi preso em 2019 e faleceu em 2020 enquanto cumpria a pena.

2. Rodrigo Rocha Loures (MDB) – Deputado Federal (Suplente)

Relembre casos de políticos presos no Paraná
Rodrigo Rocha Loures

Flagrado recebendo R$ 500 mil em propina da JBS em 2017. Foi preso preventivamente e responde atualmente em liberdade.

3. Eduardo Gaievski (PT) – Ex-prefeito e Assessor da Casa Civil

Preso em 2013 por crimes sexuais e condenado a mais de 100 anos de prisão por abuso de adolescentes durante mandato como prefeito de Realeza.

4. Fernando Ribas Carli Filho – deputado estadual

Relembre casos de políticos presos no Paraná
Fernando Ribas Carli

Envolvido em acidente fatal em Curitiba em 2009. Condenado em 2018 a 9 anos e 4 meses; parcialmente cumprida e atualmente em liberdade.

 

5. Beto Richa (PSDB) – Ex-governador do Paraná

Preso duas vezes em 2018 durante campanha ao Senado: nas operações Rádio Patrulha (fraude em licitações) e Integração (corrupção em concessões rodoviárias). Solto por decisões judiciais, mas responde a processos.

6. Luiz Abi Antoun – Operador Político do Governo Richa

Não exerceu mandato, mas foi preso várias vezes entre 2015 e 2018 por organização criminosa, fraude e corrupção em contratos públicos.

7. Mário Bradock (PRB) – Vereador de São José dos Pinhais

Preso em 2017 por corrupção passiva e formação de quadrilha em esquema investigado pelo Gaeco.

8. Vereadores em Londrina (Operações Gaeco)

Entre 2010 e 2015, operações do Gaeco foram presos os vereadores Joel Garcia, Henrique Barros

9. Abib Miguel – o “Bibinho” – Ex-diretor da Assembleia Legislativa (ALEP)

Responsável por esquema de funcionários fantasmas na ALEP. Foi preso preventivamente em 2010 e 2015, e recapturado em 2021 após ser incluído na lista da Interpol, acusado de acumular patrimônio milionário com recursos desviados.

Relembre casos de políticos presos no Paraná10. Orlando Bonilha – Vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Londrina

Condenado por concussão: exigia parte do salário de servidor comissionado durante legislatura 2005–2008. Pena de 7 anos e 1 mês (finalmente unificada em cerca de 20 anos em 2019). Foi preso em maio de 2019 em Londrina.

11. Antonio Casemiro Belinati – Ex-prefeito de Londrina (PP)

│ ├ Cassação do mandato (2000): Em 22 de junho de 2000, foi cassado pela Câmara Municipal por improbidade e promoção pessoal na inauguração de um Pronto Atendimento Infantil (PAI), com gastos excessivos e irregularidades na administração pública.  │
Prisão preventiva (2001): Em maio de 2001, teve prisão preventiva decretada por crimes de peculato, formação de quadrilha, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro relacionados ao escândalo AMA‑Comurb. Foi preso em sua residência em Londrina. │
Condenações por improbidade (2009–2015–2017):
│ • Em 2009, foi condenado a devolver cerca de R$ 135.790 por licitação fraudulenta empregada para transporte de eleitores.

 │ • Em 2011, condenado a devolver aproximadamente R$ 400 mil por promoção pessoal e gastos ilegais na inauguração do PAI.

 │ • Em 2015, nova decisão o condenou e mais 14 réus a devolver quase R$ 1 milhão por esquema de cartas-convite fraudulentas na Comurb que financiaram campanhas políticas. 

 │ • Em 2017, nova condenação exigiu sua devolução de mais de R$ 3 milhões por fraude em licitação na Coleta Urbana (AMA/Comurb).

Prescrição e situação atual: Apesar das condenações, muitos processos criminais prescreveram quando Belinati chegou aos 70 anos em 2013. As ações cíveis de improbidade, que cobram devolução de recursos, continuam válidas.

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