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Editor:
Cláudio Osti

Ricardo Barros disse que Moro teve chance de conversar com o PP, mas que não conseguiu a adesão dos filiados

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O “dono” do Progressistas no Paraná, deputado federal Ricardo Barros, disse na coletiva em que foi anunciado que pela Federação União Progressista não há a possibilidade de Sérgio Moro ser candidato ao governo, que acredita que Moro será candidato, mas por outro partido.

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“Nós abrimos as portas para que o Moro conversasse com nossos filiados, mas acontece que não houve adesão, ele não conseguiu esse apoiamento nas nossas fileiras durante este período,  por isso não terá o nosso apoio”, disse o deputado.

Presidente do Progressistas do Paraná, a deputada estadual Maria Victoria destacou que a construção política com Sergio Moro não avançou.

“Conversei bastante com o senador Sergio Moro, coloquei as posições do partido e tentei da melhor maneira possível através da comunicação e desta parceria que infelizmente não foi possível ser consolidada”, frisou.

Ela reforçou que o partido trabalha a possibilidade de candidatura própria ou de composição com nomes do grupo do governador Ratinho Junior.

“Nós pretendemos ter candidatura própria, seja com a nossa sempre governadora Cida Borghetti, o querido Rafael Greca, o presidente da Assembleia Alexandre Curi ou eventualmente o Guto Silva, candidato do governador. Isso nós vamos decidir na frente de forma conjunta e democrática como sempre fizemos no Progressistas”, afirmou.

 

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6 comentários

  • Jose Aparecido

    seo paçoca ,nessa o Moro tem que sair dessa federaçao mesmo, ele se elege sozinho, ficar refem dos barros nao da

    • PP e PT é igual no roubo

      Vai ganhar com os pés nas costas.
      CorruPTos tremei e PiPoquem.
      PT e PP tudo junto.

  • Assessor Especial para assuntos aleatórios

    O tipo de conversa que o digno partido gostaria de ter não vai acontecer com o candidato. Moro pode ter muitos defeitos, mas não é burro de ficar refém de uma quadrilha. Se for esse o preço, melhor continuar como senador.

  • Por que será que eles ficaram amuados?

    Cacique do Centrão, ele foi denunciado em 2017, ao lado do presidente da legenda, Ciro Nogueira, e de Arthur Lira (PP-AL), pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por organização criminosa, em um desdobramento da Lava-Jato.

    Os três foram acusados de comandar um esquema de corrupção que teria causado prejuízo bilionário na Petrobras. Os parlamentares sempre negaram as acusações. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal decidiu arquivar o inquérito, conhecido como “quadrilhão do PP”.

    https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/deputado-do-pp-empregou-funcionaria-fantasma-mas-e-poupado-pelo-tcu

    Segundo a delação, homologada pelo Supremo Tribunal Federal, este pagamento foi fracionado em quantias de R$ 150 mil, R$ 400 mil e R$ 200 mil entre outubro de 2013 e março de 2014.

    Ainda de acordo com a delação premiada de Galvão e Jean Alberto Luscher Castro, Barros determinou o restante do pagamento do restante (R$ 3,53 milhões) por meio de doações eleitorais oficiais ao Partido Progressista no ano de 2014.

    https://www.cnnbrasil.com.br/politica/barros-recebeu-r-5-milhoes-para-intermediar-venda-de-empresa-diz-delacao/

  • Moro esqueceu que querer não é poder, o incauto caiu no conto do vigário Jair Bolsonaro com o cheque em branco dito e não assinado, Moro é um sonhador.
    Só a mulher se candidatar por São Paulo já é sinônimo que foram sérios.

  • Se era tão bom o clima emanado no PP por que Pedro Lupion picou a mula dele e deixou essa família Barros e pisou no Republicanos?
    Sai fora quem crê nesse bando.

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