
Ontem foi divulgada a íntegra do depoimento prestado por Moro no sábado (2). O ex-ministro falou em inquérito conduzido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que investiga se houve tentativa de Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal.
Nos últimos dias, o presidente disse a amigos e aliados, segundo relatos feitos à reportagem, que se sentia aliviado por não ter apagado as mensagens trocadas com o então ministro ao longo do governo. Para resguardar o sigilo das conversas, Bolsonaro tem como hábito apagar de seu celular muitos de seus diálogos com ministros e deputados. No fim de semana, de acordo com um auxiliar palaciano, Bolsonaro avaliou que pode, inclusive, divulgar trechos do material nas redes sociais caso não concorde com a interpretação feita por Moro sobre conversas travadas entre os dois.
A ideia seria, assim, fazer um contraponto à versão do ex-juiz. Segundo um amigo do presidente, Bolsonaro disse que se esqueceu de eliminar as conversas com Moro e ressaltou ter ao menos uma ideia do que o ex-ministro usou para acusá-lo. (leia mais)















1 comentário
Satanás
Amantes da democracia, não caiam na desses dois. São dois candidatos da extrema-direita tentando monopolizar a discussão que fingem não ser eleitoral, para manter o poder no país nas mãos da extrema-direita em 2022. São dois fascistas que não têm limites para enterrar o país no obscurantismo de uma ditadura civil-militar-miliciana.