São duas turmas em dias e horários diferentes e ambas começam na próxima segunda-feira (dia 4); as inscrições podem ser realizadas de forma gratuita pelo Sympla
Da Assessoria de Imprensa da Usina Cultural
A Usina Cultural oferece, pelo projeto “Ligando Pontos”, duas oficinas de formação voltadas para agentes culturais comunitários. Ambas têm início na próxima semana e vão até o mês de novembro. A primeira turma será às segundas e quartas-feiras, das 14h às 17h, tendo como responsável a produtora cultural Luiza Braga. A segunda turma será às segundas e sextas-feiras, das 9h às 12h, com a produtora cultural Thais Hamer.
Luiza Braga afirma que vai trabalhar a produção cultural na perspectiva do popular e do comunitário. “Mais do que aprender a como produzir, planejar e organizar a produção, abordaremos o papel das comunidades e das culturas comunitárias dentro da produção cultural”, afirma. Ela é sambista, multiartista, batuqueira de maracatu e gestora da Vila Canto do Marl. “Temos inúmeros fazeres e manifestações oriundas e fundamentadas dentro das comunidades. A cultura é feita pela comunidade, mas o fazer cultural, também, forma, mantém e nutre essa comunidade.”

As oficinas de formação de gestores culturais comunitários é uma ação da Usina Cultural, dentro da programação do projeto “Ligando Pontos, aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. São quase R$ 500 mil para 12 meses. A Usina é o primeiro Pontão de Cultura do Paraná. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Sympla, neste link
https://www.sympla.com.br/produtor/usinacultural.
Em andamento
Desde o início de julho, o projeto “Ligando Pontos” tem três oficinas em andamento na Usina Cultural. As atividades são gratuitas e de caráter formativo integrando educação e cultura. A oficina “Saberes, arte e brincadeiras populares – subsídios para reflexão e aplicação escolar” tem como responsável o professor e artista visual André Camargo Lopes, doutor em História e Sociedade.
A segunda oficina “Patrimônio, identidade e pertencimento pela proposta curricular” tem como responsável a mestre e doutoranda em Educação Eliane Candoti. Na Secretaria Municipal de Educação de Londrina, ela é responsável pela formação continuada de professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental na área de História e pelo projeto “Conhecer Londrina – uma proposta de educação patrimonial”.
Por fim, a oficina “Tecendo Saberes: escola, território e cultura viva” está sob a responsabilidade Leila Linguanotti, mestra em Ensino de Ciências Humanas, Sociais e da Natureza. Ela atua como docente desde 2009, com experiência em todos os níveis de educação, da infantil à educação de jovens e adultos (EJA).















3 comentários
Jorge Luiz
Quando se trata de obras públicas vinculadas ao Poder Judiciário, a imprensa parece exercer pouca ou nenhuma fiscalização, diferentemente do que ocorre com outros poderes.
Panela
Sempre é bom lembrar:
O Fórum de Londrina é como o produto residual das pombas no Bosque.
Uma lerdeza
Novo Fórum
Passando para lembrar como está a obra do novo Fórum de Londrina???????
Estava orçado em R$ 51 milhões e parece que já passou de R$ 75 milhões.