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Cláudio Osti

Veja como funciona o cálculo de público feito pela USP

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Veja como funciona o cálculo de público feito pela USPPara estimar o público, os pesquisadores tiraram 66 fotos aéreas de Copacabana em quatro horários: 10h, 10h40, 11h30 e 12h. Dessas, 6 fotos foram tiradas às 12h, momento de pico da manifestação.

Para o cálculo, os pesquisadores utilizaram a metodologia Point to Point Network (P2PNet), que identifica cabeças e estima a quantidade de pessoas em uma imagem.

O método tem precisão de 72,9% e acurácia de 69,5% na identificação de cada indivíduo. Na contagem de público, o erro percentual absoluto médio é de 12% para mais ou para menos para imagens aéreas com mais de 500 pessoas.

Transmissão

A falta de público gerou um atraso de mais de meia hora no evento. A live da transmissão, no canal do pastor Silas Malafaia no Youtube, foi aberta apenas quando o ato começou, por volta das 10h40 – o evento estava marcado para começar às 10h e a transmissão para ser aberta ás 9h45.

A chegada do ex-presidente foi mostrada por outros canais da ultradireita na rede, que revelaram que a manifestação estava esvaziada no momento em que ela deveria estar começando.

Nem mesmo integrantes do clã Bolsonaro estiveram no ato. Michelle Bolsonaro (PL) não compareceu alegando que precisa de repouso em razão de um procedimento estético. O filho “02”, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também não foi pois se encontra nos EUA – e teme ter o passaporte cassado caso volte ao país.

Outras figuras proeminentes do bolsonarismo, como Pablo Marçal (PRTB), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Carol de Toni (PL-SC) não foram à manifestação.

O ato flopado na plateia refletiu em cima do trio elétrico de Malafaia com a presença de apenas 4 governadores: Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos-SP), Cláudio Castro (PL-RJ) – os dois que discursaram -, Jorginho Mello (PL-SC) e Antonio Denarium (PP-RR), que já teve o mandato cassado por três vezes pela Justiça Eleitoral e recorre das decisões.

Nikolas Ferreira (PL-MG), foi o único deputado da tropa de choque neofascista presente no ato. Além dele, apenas o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como parlamentar de expressão no bolsonarismo discursou na manifestação.

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  • Isso não foi uma manifestação de apoio ao inelegível, foi a certeza de que ele está insepulto em um velório. O final acontecerá em uma prisão militar, na verdade em um verdadeiro spa para o capitão condenado. Quá! Quá! Quá!

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