11 Executivos são denunciados por cartel de trens em SP

Do UOL

São Paulo – O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia (acusação formal) à Justiça contra 11 executivos de empresas do setor ferroviário e um funcionário da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), por formação de cartel em contratos firmados para o fornecimento de trens e materiais ferroviários na execução de três projetos da estatal firmados em 2007 e 2008.

Reynaldo Rangel Dinamarco, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). segundo a denúncia, teve participação, utilizando-se à época, de sua condição de presidente da Comissão de Licitações da CPTM.

Segundo a denúncia, oferecida pelo promotor de Justiça Marcelo Batlouni Mendroni, do Grupo Especial de Delitos Econômicos (GEDEC), as empresas, por meio de seus executivos e funcionários, dividiram entre si três contratos administrativos “combinando as propostas que apresentariam nas concorrências públicas”.

“As empresas dividiram o mercado e o preço final superfaturado, direcionando cada licitação e sabendo previamente qual empresa seria a vencedora de cada um dos contratos e quais os preços de cada uma, o que fazia com que as outras empresas que participavam do cartel ofertassem suas propostas a preços superiores ou simplesmente não participassem da concorrência na referida licitação, deixando de oferecer proposta”, afirma a denúncia.

A acusação é resultado de investigação criminal realizada pelo GEDEC, a partir de provas documentais encaminhadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), e da análise detalhada das correspondentes licitações, que demonstram práticas anticoncorrenciais nos procedimentos instaurados pela CPTM, segundo o promotor Mendroni. (leia mais)

Um comentário em “11 Executivos são denunciados por cartel de trens em SP

  • 17/04/2015, 16:47 em 16:47
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    Não vão ser presos,roubaram muito,dizem que chega perto de um bilhão,mais ao menos como aqui no estado,padrão PSDB,e a justiça tambem vai agir padrão PSDB.

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  • 17/04/2015, 20:36 em 20:36
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    E R$ 12 milhões dessas empresas foram “doados” (no caixa do PSDB só entra dinheiro abençoado e benzido… pela Opus Dei) pra campanha do Alckmin em 2014. Por isso que o Alckmin tá quietinho, nem toca nesse negócio de impeachment da Dilma… Igualzinho o silêncio do senador honestão do PR…

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